06 junho, 2013

James Howard Kunstler (português)



Tarantula - Sons of the flame







CARRO VOADOR (SKY CAR) HYDROGEN ENERGY






*O FIM DO PETRÓLEO de James Howard Kunstler


O mundo industrializado assenta na energia barata. Agora, porém, o festim dos combustíveis fósseis baratos está a chegar ao fim, as alterações climáticas revelam-se iminentes e existe a possibilidade de os nossos modelos de indústria, comércio, produção alimentar e transportes, a nível...


James Howard Kunstler

James Howard Kunstler

James Howard Kunstler, urbanista, jornalista, crítico social, como o próprio se intitula, tem criticado as sociedades suburbanas, como modelo de vida que tem custos demasiado elevados e que no futuro está condenado a desaparecer. Na sua opinião, o estilo de vida norte-americano – e de uma forma geral o chamado “ocidental” – apenas se tornou possível por um episódio excepcional em que pudemos dispor de energia barata: o petróleo.

Com o fim desse período vantajoso e excepcional, veremos surgir uma nova sociedade, em que a economia e o quotidiano dos cidadãos sofrerão transformações radicais. Da crítica urbanística de The Geography of Nowhere: The Rise and Decline of America’s Man-made Landscape, publicado em 1993, Kunstler partiu para uma reflexão aprofundada sobre as consequências do “fim da energia barata”.

O livro lançado em 2005, “The Long Emergency: Surviving the End of the Oil Age, Climate Changes, and Other Converging Catastrophes of the Twenty-first Century”, editado em Portugal como “O Fim do Petróleo” - é uma mensagem de alerta. Kunstler considera que as alternativas energéticas, quaisquer que elas sejam, não serão o suficiente para evitar uma ruptura sem precedentes na História da humanidade. Uma das transformações deverá passar, sustenta, pela deslocação das pessoas das cidades para pequenas comunidades agrárias.

Num artigo de Maio de 2008 publicado no Washington Post, Kunstler referia que a América continua a acreditar na “Happy Motoring”, utopia de que é possível manter todo o sistema com outras fontes de energia que não o petróleo ou os seus subprodutos. O autor refere que nem combinando a energia solar, eólico, nuclear, etanol, biodiesel, entre outras, será possível manter o estilo de vida americano.

Na crítica de David Ehrenfeld, professor de Biologia na Universidade de Rutgers, ao livro de Kunstler na revista American Scientist podemos ler: “Kunstler, tal como Orwell, percebe que ser honesto acerca do passado e do presente é a única forma de nos prepararmos para um futuro incerto. Ele acredita que a civilização irá sobreviver ao fim do petróleo barato, mas não sem grandes perdas. ‘Quantas coisas familiares se perderão no tempo?’ pergunta-se. ‘O que irá restar na nossa memória colectiva?’ Nem todos os leitores vão gostar das respostas por ele dadas, mas penso que lhe devemos estar gratos por nos mostrar a necessidade de fazê-las.”

A sua escrita novelística e as suas capacidades enquanto comunicador ajudaram a ganhar o destaque público que actualmente tem, tendo dado palestras a organizações e instituições como o Google, o American Institute of Architects, o International Council of Shopping Centers, o The National Association of Science and Technology, a Yale University, o MIT, ou a Harvard University, entre outras. O próprio descreve as suas palestras como “stand-up comedy com alguns momentos negros”.

O seu último livro, “World Made By Hand”, é um romance enquadrado nos Estados Unidos num futuro pós-petróleo e pode considerar-se um exercício novelístico das temáticas do livro “The Long Emergency”.




Mais informações em: www.kunstler.com

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ambiente






Indice
The work presented in this blog, is a study in niches in the existing society in many of the cities visited.
Many data are incorrect and need scientific confirmation.
Others followed strict criteria of research by many authors, whom I thank for his work.
Any error based on reading what I write here is not my responsibility.
The trademarks presented here has all rights to inventions or scientific works mentioned. The copying or reproduction is punishable under the law of the country where the crime is committed plagiarism.
Thank you …
Mid Night Duke…

Amazon - The Abyss Of Your Eyes (Stratovarius cover)








A razão da falência







Porque é que os carros elétricos ainda são tão caros?
Sobretudo devido ao custo das baterias de iões de lítio que, segundo alguns especialistas, 
representam perto de metade do custo do carro. Ou seja, num carro de €35 mil 
(como o Nissan Leaf ou o Mitsubishi MIEV), perto de €16 mil têm a ver com a bateria. 
Isto porque ainda estamos no início de uma nova tecnologia, muito pouco dominada e até 
algo experimental.
A verdade inconveniente - Apenas porque o Lítio é um metal raro.
Quantas marcas já têm carros disponíveis para venda?
Nissan, Mitsubishi, Renault, Citroën, Smart, Peugeot, Mini e BMW. Destas só a Mitsubishi 
tem carros para entrega imediata em Portugal. A Citroën vai começar a entregar ainda este 
mês. As outras têm alguns em teste e estão a receber encomendas.
A verdade inconveniente - A matéria prima é cara devido á sua escasses. O preço do 
cobre continua a bater recordes nos mercados internacionais.
Portugal é uma referência internacional neste domínio?
É o único país com uma solução nacional para a mobilidade elétrica. Há várias cidades na 
Europa, EUA e Ásia com soluções à sua escala, mas nenhuma à dimensão do país. Nesse 
aspeto pode dizer-se que Portugal inovou e está a liderar. Também já está a exportar o 
conceito para vários países através da recém-criada Mobi.E Internacional.
A verdade inconveniente - A falência demonstrou a sua inviabilidade económica, a 
infraestrutura tem uma manutenção demasiado elevada.
Como é que posso informar-me sobre os pontos de carregamento?
Começam a estar visíveis um pouco por todas as principais cidades do país. Já há 300 mas, 
até junho, serão 1300, mais 50 de carregamento rápido (20 minutos). Há, no entanto, um site 
na Internet - www.mobie.pt - que lhe pode dar indicações mais pormenorizadas sobre os
 locais exatos onde se encontra cada um deles. Além dos postos públicos de carregamento, 
naturalmente pode proceder-se a essa tarefa em casa ou no local de trabalho, se se dispuser 
de infraestruturas para o efeito.
PRÓS E CONTRAS
+
Emissões zero Não emitem um único grama de dióxio de carbono para a atmosfera
Mentira - Todos sabemos que eletricidade provem de fontes poluentes.
Redução de custos Para percorrer 100 quilómetros um carro elétrico gasta quatro a cinco vez 
menos que um carro a combustão.
Mentira - Todos sabemos que se as baterias forem carregadas com eletricidade 
proveniente dum gerador movido a gasóleo 600cc, esse gasto é sempre superior 
ao seu carro equivalente de 660cc de combustão interna, também no mesmo espaço de tempo,
 3h ou 6h.
Conforto Condução silenciosa, suave e sem embraiagem. Ideal para percursos urbanos.
Verdade - Se viver no Alentejo ou TrásosMontes onde não existe rede de cobre, para 
abastecimento de energia eletrica, nem vale a pena sonhar.
 Agricultura com veiculo eletrico? Dá que pensar.
Manutenção Custos reduzidos pois, como não tem fluidos de motor, apenas precisa de 
verificar pneus e travões.
Mentira - Todos sabemos que a avaria do motor inviabiliza o veiculo para sempre. 
Uma batida num acidente, requer manutenção cara e inexistente. 
Custo e autonomia Ainda são muito caros (na casa dos €30 mil) e garantem níveis de 
autonomia muito baixos, da ordem dos 150 quilómetros
Verdade - Basta comparar com o seu telemovel e descobrir as semelhanças. A barreira da autonomia só se ultrapassa se a bateria for de material radiativo.

A durabilidade da Bateria 3 anos, dificilmente ultrapassáveis.
Verdade - €16 mil por cada 3 anos?
 Prefiro usar o transporte publico na cidade, para o campo levo o meu velho automóvel que já me acompanha a 20 anos.



Carro Eletrico degradado e praticamente parado.

Foram investidos 15 milhões de euros há três anos mas a rede de carregadores de automovéis elétricos em Portugal está degradada e praticamente parada. Neste momento, há mil postos de carregamento em todo o país, mas existem pouco mais de trezentas viaturas. foi uma das investigações do Programa Sexta às 9 desta semana.

elevado custo (na ordem dos €35 mil para os modelos disponíveis) e as demoras nas entregas estão a afastar os portugueses dos carros movidos a eletricidade.

Vítor Andrade e João Palma-Ferreira (www.expresso.pt)











Só dois portugueses têm carro elétricoNUNO BOTELHO
Moram em Lisboa os dois primeiros portugeses proprietários
 de carros elétricos. Canova Xavier e José Rapagão optaram,
 há poucas semanas, pelo Mitsubishi MIEV. Não oharam ao
 preço mas apenas ao prazar de dispôr de um carro elétrico 
para conduzir.
"Quero ser o mais independente possível das políticas 
energéticas e se puder abastecer o carro na minha própria
 casa, então é isso mesmo que vou passar a fazer", nota 
Canova Xavier. Diz que ter um carro elétrico não é um luxo 
mas uma atitude de intelência: "gasta menos que um carro a 
combustível, não emite dióxido de carbono e é super silencioso e muito fácil de conduzir".
Canova Xavier só não percebe porque é que ainda não recebeu o tão apregoado incentivo de €5 mil prometido pelo Governo.
Os dois proprietários de carros elétricos apenas os utilizam 
em trajetos urbanos, mas garantem estar agradavelmente 
surpreendidos com o desempenho dos respetivos automóveis.
Talvez ainda o saibam mas, a partir de abril, ambos vão poder fazer o trajeto, por autoestrada 
entre a Galiza e o Algarve nos seus carros elétricos. Porquê? Pela simples razão de que 
aquele percurso vai dispor de postos de carregamento rápido que permitirão o 
reabastecimento das baterias em cerca de 20 minutos.
O 'único' senão é que os carros disponíveis no mercado (Mitsubishi MIEV e Nissan Leaf - 
este ainda só para as empresas do consórcio Mobi.E) obrigam a paragens a cada 150/160 
quilómetros. Ou seja, terão de ser feitas cinco paragens, gastando 1h40 só para 
reabastecimentos, a juntar ao tempo de condução propriamente dito, que varia consoante 
o condutor, mas que nunca será menos de seis horas. Resultado: esta viagem durará perto 
de 7h40.
A uma velocidade de 120 quilómetros por hora, um carro elétrico Nissan Leaf ou Mitsubishi MIEV 
gasta perto de €2 por cada cem quilómetros, em eletricidade, enquanto um carro a combustão 
pode gastar entre €6,6 (a diesel) a €10,6 (a gasolina).
A garantia da disponibilidade de postos de abastecimento rápidos é dada por João Dias, 
presidente da Mobi.E, entidade gestora do projeto da mobilidade elétrica em Portugal.
A5 dispõe do único posto de carregamento rápido da Europa
Outra das novidades avançadas por este responsável é que já existem atualmente 300 postos 
de abastecimento de energia para carros elétricos e que o objetivo que estava previsto até final 
deste ano (de 1300 postos) será atingido já em junho. A estes há ainda a juntar mais 50 de 
carregamento rápido. A estação de serviço de Oeiras, na A5, dispõe do único posto de 
carregamento rápido de toda a Europa. Além disso, o Norte de Portugal e a Galiza são o 
primeiro caso de uma euro-região transfronteiriça que dispõe de um corredor de mobilidade 
elétrica. Este projeto, que recebe a designação de "Mobi2Grid", foi desenvolvido pelo Centro 
para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA) e pelo Centro Tecnológico de 
Automoción de Galicia (CTAG) e dispõe de uma dotação orçamental de €1,8 milhões até 2012.
Nas autoestradas entre Porto e Vigo estão previstos oito postos de carregamentos rápidos, que 
asseguram cargas elétricas com duração de 20 minutos. Em Vigo também haverá postos de 
abastecimento dispersos pela via pública, tal como existem nas cidades portuguesas.
"Este projeto visa criar um modelo comum a várias regiões, ao contrário do que tem acontecido 
em várias cidades europeias que utilizam sistemas diferentes, que não são facilmente 
compatíveis entre utilizadores de diferentes cidades", refere José Rui Felizardo, presidente da
 Inteli, entidade que participa no projeto.
Carregamentos por cartão
Até junho os utilizadores de carros elétricos podem fazer carregamentos gratuitamente em 
qualquer um dos 300 postos existentes. "A partir daquele mês a eletricidade passará a ser 
paga de acordo com tarifas já definidas e a publicar muito em breve", informa João Dias.
Para tal, cada utente da rede deverá ter um cartão (tipo multibanco) através do qual pagará 
os carregamentos por transferência bancária. Além desta opção, naturalmente que cada pessoa
 pode efetuar carregamentos em casa, durante a noite, ou no local de trabalho durante o dia.
É isso que têm feito Pedro Pinheiro, responsável pelo desenvolvimento da área de negócio da 
mobilidade elétrica na Siemens Portugal, e a sua colega Susana Lobo, consultora na área das
 vendas.
Têm estado a utilizar um Nissan Leaf, que a Siemens tem em seu poder por ser uma das 
empresas do consórcio Mobi.E. Dizem maravilhas do novo carro, que consideram "silencioso, 
muito confortável e extremamente económico". Além disso, "também é uma satisfação sabermos que não estamos a poluir o ambiente. O único senão é que temos que andar sempre a controlar a autonomia da bateria. Mas, afinal, estamos perante um novo paradigma na condução e todos estamos a aprender com isso", conclui Pedro Pinheiro.
Sempre que chega à empresa, em Alfragide, nos arredores de Lisboa, aquele responsável da 
Siemens liga o carro à corrente e vai trabalhar. "Ao fim do dia está novamente carregado para 
mais 160 quilómetros".

Otimismo da Mobi.E 


João Dias, responsável do projeto Mobi.E, está otimista quanto à adesão dos portugueses aos 
carros elétricos e lembra que a meta psicológica estabelecida pelo Governo aponta para que 
até 2020 Portugal disponha de 10% da sua frota automóvel movida a eletricidade.
O desenvolvimento e produção do carro elétrico português também dará um contributo à 
concretização dessa meta. O responsável da Inteli, José Felizardo, refere que o projeto do 
Mobi.Car não pode ser comparável ao trabalho de motorização elétrica de um chassis 
automóvel tradicional, que é o que faz a generalidade da indústria automóvel tradicional.
"O carro elétrico português - o Mobi.Car - está a evoluir muito depressa e o sector automóvel 
está atento ao seu desenvolvimento, porque marca uma alteração nos processos de produção 
tradicionais da indústria automóvel", sublinha José Felizardo. O centro de gravidade do Mobi.Car
 é bastante mais baixo que num carro convencional. E o tipo de juntas e soldaduras estruturais 
é diferente do que a indústria automóvel faz para os veículos com motor a combustão, o que 
decorre das especificidades da tração elétrica, explicam especialistas da Inteli.
"Os motores elétricos disponibilizam potência de uma forma diferente à dos motores a 
combustão, o que exige um novo sistema estrutural", explica José Felizardo. As novas 
técnicas de ligação de estruturas são o principal segredo dos veículos elétricos, alertam 
os especialistas da Inteli. Grandes grupos como a Daimler, com o Smart elétrico - 
Jorge Martins, da Martifer, já encomendou um -, estão nesta corrida, mas mesmo assim o 
Expresso sabe que os especialistas chineses em mobilidade elétrica têm estado atentos à 
tecnologia desenvolvida para o Mobi.Car.
P&R




 Soluções precisa-se...






 
A Longa Emergência ou Fim do Petroleo não é só a procura duma nova energia que substitua o petroleo.

 
Hoje vamos analisar como vivem milhares de portugueses com 500 euros de ordenado.





500 euros de ordenado






impostos 8% - 40 euros 

segurança social 11% - 55 euros 






pagamento de habitação 300 euros 

eletricidade 25 euros 
agua 15 euros 
gás 30 euros 
alimentação 35 euros 






O desempregado 20% da população 2000 milhões 


O pensionista 20% da população
As criancas 20% da população 





 - Estes grupos sociais recebem um subsidio seja por parte do governo ou seja por parte da familia que o ajuda e alimenta.





 O trabalhador do ordenado minimo 500 euros, 20% da população 2000 milhoes aproximadamente 





 
- esta realidade exemplifica a dificuldade e a miseria deste pais, Portugal. Mas o que interessa aqui saber é onde pode um português, cortar despesa para aumentar o dinheiro disponivel para alimentação.





 
O trabalhador dos 1000 euros 20% da população 2000 milhoes aproximadamente





1000 euros de ordenado





impostos 8% - 80 euros 

segurança social 11% - 110 euros 
pagamento de habitação 300 euros 
eletricidade 25 euros 
agua 15 euros 
gas 30 euros 
alimentação 100 euros 
despesa de combustivel 100 euros 






 - esta realidade exemplifica a impossibilidade de que com 200 euros disponiveis um português ja mais na vida conseguira adiquirir um carro eletrico que custa 30.000 euros (sem subsidio de produção).






  Repito o dobro dum automovel de combustao interna equivalente.






 E ainda agora vamos no inicio do que vem ai, a luta por metais como cobre essencial para o carro eletrico ainda agora começou!!! 





Indice
Meu nome é Duke. Isto é o Sky Car. Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas. Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho. Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google. As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido. Obrigado ... Mid Night Duke ...




The work presented in this blog, is a study in niches in the existing society in many of the cities visited.
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Others followed strict criteria of research by many authors, whom I thank for his work.
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Thank you …

Mid Night Duke…

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