23 setembro, 2013

Aterragem Faro, Lince, Sagres (português)


Mundo Cão - "Ordena Que Te Ame"


2. trecho
Aterragem Faro




Aterragem em Faro (espaço aéreo)
O oceano Atlântico no seu azul que vai esbranquiçando em direção á costa.
A praia de Faro hoje é uma península ligada á terra pela parte ocidental. Mas um dia já foi uma ilha, basta olhar para oriente. A duna engrossa na sua cor amarelada. Depois o dourado da areia é interrompido por um curso de agua. Uma extensa lagoa marinha enche a nossa vista duma beleza esplendorosa. Outras ilhas como a do Farol se seguem definindo a linha da costa que forma o Golfo de Cádiz, até a entrada dor mar Mediterrâneo.
A ria Formosa uma imensidão de canais e lagos que serpenteiam por entre as varias colinas, formam uma segunda linha de costa. Com a sua cor umas vezes mais verde, outras mais azul, os lagos e canais estão cheios de vida. Entre a algazarra das aves e a azafama dos cardumes que cruzam as aguas, uma imensidão de moluscos vive no fundo lamacento. Plantas aparecem e desaparecem, submersas com a subida e descida das mares.
A maré esta cheia o que torna a visão de aterragem ainda, mais cheia de brio. O aproximar parece levar-nos a fazer um amaragem na agua calma da imensa lagoa que contrasta com o mexido ondular das ondas na praia da Ilha de Faro.
No sopé da colina mais próxima o aeroporto. Ladeado na cabeceira ocidental por uma mata de pinheiros que junto as aguas albergam, comunidades de patos, flamingos, corvos marinhos e lontras. As formas retangulares dos poços das salinas onde vivem vão diminuindo, no seu ficar para trás.
Num virar á direita atravessamos o espaço aéreo do aeroporto em direção á gare de telhado ondulado. Alguns aviões parados estão a ser preparados por pessoas que minuciosamente manobram veículos de abastecimento. Aproximamo-nos da torre de controle o suficiente para lá dentro vermos o controlador de trafego fazer-nos o gesto com as duas mãos esticadas, para a sua esquerda, sempre em frente.
Para nós, direita, contornamos o edifício gare do aeroporto pela esquerda. Aproximamo-nos da entrada, sobre o olhar atento das muitas pessoas que olham para cima.
O parque de estacionamento de veículos ainda não tem condições para nos receber. Postes e cabos de iluminação dificultam a progressão. Falta tudo, sinalizadores de controle de estacionamento. Marcas visuais luminosas e refletoras de posição. Abastecimento inexistente.
As pessoas ocorrem para nos ver, se possível tirar uma foto.
Autocarros de Hidrogénio, nem vê-los.
O projeto de autocarros a Hidrogénio para a cidade do Faro a alguns anos atrás foi cancelado. Motivo falta de um fornecedor de Hidrogénio. A oferta de autocarro a Hidrogénio para a cidade do Porto teve um motivo idêntico.
- Desculpas apenas e má vontade. Quem fornece os autocarros também fornece todo o equipamento para obter o hidrogénio.
- O projeto de geotérmica no centro do pais, foi abandonado, cortaram o financiamento.
- Geotérmica por aqui nunca ninguém viu, só existe lá longe nos Açores.
- O desinvestimento é nítido, as infraestruturas são do tempo da energia barata. Estão mal conservadas. A presença de instituições do estado é inexistente.
- Mas isto sempre foi assim?
- Sim! Ouve um tempo em que isto foi diferente, apenas porque foram obrigados pelos ingleses e americanos, no apertar da segurança contra o terrorismo.
- Vamos então a esse tempo perceber porque esse tempo foi tão escasso e curto.
Nono ano do 1. Ciclo Solar, segundo governo de Socrático.
Após a segunda vitoria, desta vez minoritária o segundo governo de Socrático tinha queda anunciada.
Estava aberta a teoria da conspiração.
Mas quem realmente empurrou o pais gráfico abaixo?
 Vivíamos um tempo em que ainda era possível investir.  O governo de então, canalizou todos os recursos financeiros disponíveis, para despolir o pais e atingir a meta ecológica definida no protocolo de Quioto.
 Investiu-se na educação, formação de técnicos conhecedores das novas tecnologias.
 Disponibilizou-se recursos financeiros através de subsídios ás energias renováveis. 
 Passou-se para a substituição da frota automóvel e transição progressiva para os veículos eletricos. Foi aqui e só aqui começou o inicio dos problemas.
 Analisemos a situação especifica dos veículos do estado que rondavam os 130.000. Lembremos que a despesa de combustível aumentou vertiginosamente. A causa: o barril do petróleo ultrapassara a barreira dos 80 dólares e fixara-se na casa dos 100 dólares ao barril.
 O governo Socrático, pediu um estudo a uma empresa sobre a possibilidade de redução e restruturação da frota de veículos do estado português. 
 O estudo ao qual eu tive acesso, propunha uma redução aproximada de um terço da frota.
 Não vou pormenorizar como seria feita a restruturação da frota. O que me interessa é saber que um terço aproximadamente 40.000 veículos consomem um valor médio diário de 50 euros, cada. 50 a multiplicar por 40.000 dá a módica quantia de 2.000.000 euros diários. Dito assim nem parece alarmante, mas se multiplicado por um ano, 365 dias. 730.000.000 euros é muito dinheiro.
 Dava para construir uma pequena central geotermica.

 Um montante global de investimento de cerca de 20 milhões de dolares, foi o valor gasto na central geotermica do Pico Vermelho da ilha Terceira.
Apresenta-se com uma Sistema single flash dotado de turbina de contra-pressão e com uma capacidade de produção de 1 x 5 MW capaz de apresentar um caudal de vapor que se eleva a cerca de 56 toneladas hora e uma pressão de admissão de 6 bar.






 O cartão de credito publico 
A primeira decisão foi reduzir o consumo. Funcionários havia que usavam cartões de credito pagos pelo estado para abastecer tanto veículos do estado, como a sua própria viatura.
As ferias tinham sido maravilhosas, finalmente conseguira levar a família toda numas ferias inesquecíveis. Saiam agora do aeroporto do autocarro que os recolhia do avião e os deixava na gare. Recolhiam as malas que já deslizavam no tapete rolante. Ela tinha ido ao ATM, caixa multibanco levantar dinheiro, precisava urgente beber uma agua.
Mas os gastos tinham deixado a conta pessoal a zeros.
Chegados ao posto de abastecimento resolveu recorrer a um velho truque que usaram muitas vezes. Usar o cartão de credito fornecido pelo estado para abastecimento do veiculo de serviço.
- Desculpe minha senhora o cartão não funciona.
Esta foi a resposta do funcionário.
Sem dinheiro, sem combustível, com a família á espera, no regresso ao trabalho alguém iria ter que se explicar.

- Era possível outra decisão?
- Sim era!
- Bastaria cortar as despesas, onde deveria ser cortado.
- O corte dum terço da frota do estado, que situa-se á volta dos 30 mil veículos, pouparia milhões.
Aqui entram os poderes políticos dos estados.
O atual governo português deu um passo atras no desenvolvimento dessa tecnologia.
Não foram os mercados, a trioka, ou o FMI que tomaram esta decisão, foi o governo com a sua política desastrosa de corte aos financiamento.
Quem procura energia procura a forma fácil de obte-la.
Se o hidrogénio é difícil de obter na sua forma pura, tentemos então uma maneira de obte-lo o mais barata possível. Com custos baixos capaz de competir com outras formas de energia.
A forma mais fácil, em termos de processo químico, para obter hidrogénio puro é através da eletrolise da agua. Isto implica ter que ter a eletricidade como fonte primaria de energia.
A eletricidade implica implica um infraestrutura gigantesca, desde a construção de centrais hidroelétrica, turbinas eólicas ou de corrente, em locais íngremes e inóspitos. Tudo isto torna os custos da eletricidade elevados.
Um outro fator que é relevante no custo desta energia é o transporte desta para as nossas cidades.
Devido ao caracter desta energia, as suas limitações físicas não permitem um fácil transporte desta.
Usamos longas, frágeis e dispendiosas redes de cobre, um metal difícil de extrair do subsolo.
Entramos assim na disputa dos mercados e na sua influência no preço final ao consumidor.
Se a tudo isto juntarmos os custos da produção de hidrogénio, então o melhor é procurarmos soluções menos dispendiosas.
É precisamente sobre isso que eu escrevo, falo e tento desenvolver.
Hoje temos alternativas que fazem o custo de produção da energia eletrica baixar, mas para isso precisamos de novas infraestruturas.

LINCE

Claro que ela apareceu, sempre foi ela.
Londres aquela cidade ao entardecer.
A ultima vez que lá estive passei a ponte e a musica a tocar.
O monumento aos heróis da segunda guerra, lá estava um português o Vega.
A energia tem que ser mais fácil de obter.
A migração em busca de energia fácil.
Olhei o seu aspeto e tive a perceção que já mais a esqueceria.
agosto olho a praia de Faro e lembro seu corpo, 90% boa e o restante brilha rápido como chama de hidrogénio.
Olhar feroz e atraente destaca-se das outras.
Aplico-me a fundo na conquista daquelas colinas brasileiras.
Estabeleço-me no seu calor conquisto-a.
Todas boas mas nenhuma melhor que esta.
Morena boa muito inflamável explosiva.
No ar deixa perfume de valores comparáveis a uma flor.
O meu movimento é abraça-lá rapidamente.
Ela sobe no meu corpo e arde rapidamente como hidrogénio em lugar de se espalhar.
A baixa densidade faz os balões erguerem para mim, sobre mim, na melhor historia sobre o prazer daquela mulher. 
A nossa historia pode ser hoje contada graças a persistência. 


midnightduke

Sagres - A senhora da Graça

 São Paulo fieis devotos á fé da Nossa Senhora da Graça enchem a rua frente á reconstruida Igreja de nossa Senhora da Graça. Reconstruida segundo o traço original
 O "Sky Car" paira sobre a multidão, mas não pousa, não houve nenhum pedido de SOS, emergencia, tentativa de roubo ou vandalização.
 Moveu-o a curiosidade, apenas isso curiosidade do culto á senhora. Lembrança do que leu sobre Valaila o lugar sagrado de Asgard para onde os herois.
 Procura no computador o significado daquela fé.
 "Grace" palavra do inglês que tem como tradução a palavra <graça>.
 Graça gesto feito com as mãos em jeito de benevolência, favor, mercê, perdão, comutação de pena, feição agradável, agrado do rosto.
 Algumas pessoas da multidão param e olham para cima, não é normal um "Sky Car" militar aparecer sem ser chamado o que os deixa apreensivos.
 Pega nos comandos da maquina e vai-se embora para segue o seu caminho.
 De volta á terra firme e com os pés bem assentes continua a ler o que encontrou escrito pelo seu narrador, sobre o promentorio algarvio.

 Este rochedo chama-se Sagres o outro ao fundo S. Vicente e esta igreja é de N. Sra. da Graça onde se abrigam todos os visitantes que fogem da chuva. O lugar mais bem cuidado de toda a fortaleza de Sagres, já não guarda a riqueza de outros tempo. Um casal sai apressadamente da pequena igreja. Ele dá as ultimas chupadas no cigarro tentando aproveita-lo ao máximo. Na saída quase cai no degrau devido aos óculos de sol que tem sobre os olhos. Num dia de tempestade como este onde a visão da luz do entardecer, já torna difícil de ver algo.
Ela tenta ajeitar as largas calças fundo de saca enquanto a passo sai da sagrada casa. De sagrado passou a mictório ou casa onde se mija. O cheiro nauseabundo da urina esta por todo o lado e não apetece ficar ali, onde são visíveis sinais que ate no altar se mija. Foi ressente a mijada pois ainda escorre junto á esquina da parede.
- Que nojo.
- Só pode ter sido aquela mulher. Ai no local onde está.
- Foi aquele casal que saiu, só pode.
- Ele tem ar de fumador de droga, ainda se sente o cheiro intenso a droga.
Uma luz de relâmpago, contraria a tendência do ambiente para a escuridão, iluminando toda a fortaleza de Sagres. Segue-se o ribombar do som forte e estridente do trovão.
Não estamos aqui para contar o romance das maleitas do povo ou do mundo. Se eles vão descer a arriba de carro com esta tempestade a loucura é deles. Quem virá amanha em noticia de jornal são eles.
Nós continuamos a nossa luta contra o abandono a que foi votado este histórico e glorioso edifício fortaleza. A nossa luta continuara para que seja reconhecido o esforço e o amor da classe que o construiu.
O tempo passa, as ruínas caiem umas sobre as outras, as camadas arqueológicas sobrepõem-se. Esta será sempre a camada reclamada pela guerra e pelos guerreiros do mar. 
 Ao fundo a sul a luz do farol do cabo de S. Vicente acende-se para iluminar a nau Argos, agora dividida em varias constelações, Carina, Pupis e Vela. No seu rodar constante vai avisando os barcos para se afastarem, se não este imponente rochedo desfá-los em pedaços. 
 Para melhor compreender esta luz vamos ouvir uma musica de Heavy Metal muito especial.
 Finisterra dos Moonspell que comece. "A light at the end of the Earth."


CARRO VOADOR (SKY CAR) HYDROGEN ENERGY




Indice
Meu nome é Duke. Isto é o Sky Car. Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas. Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho. Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google. As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido. Obrigado ... Mid Night Duke ...





The work presented in this blog, is a study in niches in the existing society in many of the cities visited.
Many data are incorrect and need scientific confirmation.
Others followed strict criteria of research by many authors, whom I thank for his work.
Any error based on reading what I write here is not my responsibility.
The trademarks presented here has all rights to inventions or scientific works mentioned. The copying or reproduction is punishable under the law of the country where the crime is committed plagiarism.
Thank you …
Mid Night Duke…

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