16 julho, 2014

Aterragem Lisboa


Adriana Lua - Vem que eu quero te amar.





O meu nome é Duke.
Este é o meu mundo.
Aterramos em Lisboa, Portugal, pertença da Comissão Europeia, um dos parceiros da (PIEH)Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio.

midnightdukr
Meu nome pouco interessa no meio desta multidão.
Este é o meu mundo, a capital deste meu pais.
Hoje estou na central de camionagem que liga Lisboa ao resto do pais.
Procuro ao longo do estacionamento algo inexistente, algo que sei que já não existe neste pais, autocarros a Hidrogenio.
Por momentos imagino como seria.
Do escarpe colocado na parte traseira sai agua, esta é sem duvida a mudança que salta mais á vista. O aspeto exterior é identico ao autocarro que durante muitos anos nos habituamos a ver, na epoca do Petroleo. Espelhos retrovisores, janelas grandes que permitem uma boa visão para o exterior. Carcaça cubica retangular de fibra carbonica e aluminio. Pneus de borracha que rolam sobre o piso de asfalto da central, resticio dum tempo em que as estradas se vestiram de negro, memorias, apenas memorias. O interior é mais pequeno adaptado ás necessidades da procura. O espaço entre cadeiras já não está consignado a caber apenas a pessoa sentada. A necessidade de conforto, criou o poder do passageiro poder rodar a cadeira para olhar a janela de frente ou para vira-la para o interior, permitindo conversar com o passageiro do outra janela. A eleminação dos acentos duplos criou um corredor amplo onde circula uma moça a perguntar o que os passageiros desejam beber ou comer, parecendo o autocarro ter virado avião.
Na parte traseira uma outra mudança, criou-se uma caixa onde se encontra o deposito de combustivel de hidrogenio com autonomia para 500kms. O deposito em fibra de ... resistente a temperaturas até 100º, indentico ás garrafas de gás ultraleves. O motor de combustão interna agora a funcionar a hidrogenio continua com o seu barulho caracteristico, apesar das pequenas mudanças que sofreu, maior isolamento para evitar as pequenas perdas e as fugas de hidrogenio.
Mas a maior inovação deste autocarro só é possivel ver sem sairmos desta garragem.
Seria lindo se estas inovações já existissem.
Após tomar um café sentou-se num dos bancos da garagem olha as pessoas que passam enquanto espera pelo autocarro que o deverá levar a Faro. Ainda falta uma hora.
Na sua frente a ponta visivel dos bancos Ageotas um dos obtaculos ao desenvolvimento.

Ceara Verde.

O rio corre no seu leito. A imagem carateristica desta cidade verde. Alfacinhas passeiam-se pelas ruas cheias de historia. Alfacinhas derivado do verde das muitas hortas de alface que existiam nas ferteis margens deste rio Tejo. Em cada esquina esta cidade reconstruida a 250 anos, mostra nome de herois, nome de acontecimentos, nome de locais do mundo que seu povo deu a conhcer ao mundo.
A velha cidade destruida debaixa destas ruas de areia, ainda conta historias desse tempo aureo. Com a destruição desapareceu o velho do restelo, profeta carismatico que sempre se opos aos descobrimentos e á perda desta terra em troca duma outra incerta. Com a reconstrução nasceu uma outra personagem, melancolica que canta com saudade os tempos aureos desta Ulisseia que cai e se ergue e se lança no oceano como o seu fundador, Ulisses.
- Sim falamos do fado canção caracteristica desta cidade.
 Quiseram os deuses destrui-la, castiga-la. Quiseram os homens reconstrui-la novamente sobre o perigo dos finos graus de areia que se movem sobre a placa tectonica desta Iberia.
Mas na Epopeia de Ulisses falava-se duma mulher serpente que habitava estas colinas, que vivia nestas paragens. Existirá essa personagem e será que ainda habita nestas margens, onde se banha pela manhã antes do sol aquecer?
Silencioso, vindo duma rua secundaria aparece de repente um carro eletrico.
- Sacana quase me atropela.
Passa a mão na algibeira, certifica-se que o envelope com a nota de 20 euros, se encontra no bolso das calças. Deixa para trás a Avenida Estados Unidos da America onde fica a sede da empresa onde trabalha. Olha para o céu agradecendo á senhora, Atena pela secretaria lhe ter conseguido o dinheiro necessario para a viagem até Faro. Mas isto é historia para contar mais tarde, por agora o sorriso de ter conseguido chega.
Olha para o céu e um avião da companhia area nacional passa ali bem pertinho.
Cruza a Avenida de Roma sua velha conhecida e procura a Avenida ... que leva ao aeroporto e á central de camionagem.
A rua Brasilia e a colina que a ladeia onde se situam as embaixadas dos Estados Unidos e do Brasil ficam para trás.
Os viadutos de Entrecampos e a respetiva estação de comboios com o mesmo nome, Sete Rios fica além do outro lado.
Uma outra historia que precisa encontrar, escrita por si que ficou para trás devido a uma avaria no computador.

...

Lisboa que um dia se chamou Ulisseia.

Negócios ruinosos, arruinam Lisboa!
A transportadora portuguesa presa a um negócio com a Airbus já conta com mais de cem cancelamentos de voos, devido a tardia entrega de aviões novos que a companhia que já desespera.

Mas há mais ...

O veículo a hidrogênio com um perigo menor que os derivados do petróleo, com um valor de mercado aos níveis da gasolina no que se refere ao veículo, suponde que se usá o veículo a hidrogênio de combustão foi desprezado em pro dos elétricos.

Os elétricos crescem em ambição, mas pouco somam em soluções de defesa do ambiente.
Com o e-up as marcas juntam-se a grupos econômicos que devoram os recursos minerais do planeta, os chamados "lobies".
A mobilidade citadina ecologicamente correta esconde atrás de si a origem da sua Energia Primária, isto é donde vem o seu recurso energético a eletricidade.
Estar na moda não chega para atingir o céu. O peso das baterias, junto com a carcaça tornam o consumo de qualquer avião elétrico, seja a nível energético, seja a nível financeiro, um monstro que não sabemos se realmente voará ou se ficará apenas pela tentativa.
Mais do que um caminho com pernas para andar os veículos elétricos tornaram- se numa moda difícil de sustentar para a 90% da população dos países mais ricos. Imagine-se como será nos pobres onde nem o petróleo barato consegui mais do que deixá-los ainda mais pobres.
De mão dada à moda do que atualmente é ser ecologicamente correto, o carro elétrico esconde em si mesmo as origens poluentes dos recursos usados no seu fabrico. Ninguém vai querer ser ecológico se for obrigado a usar a chapa usada no transporte de grandes quantidades de Litio, material usado nas baterias.
Lembre-se o símbolo é composto por um quadrado com o número de perigo classe 9 no vértice inferior. Na parte superior dos vértices laterais para cima até o vértice superior é composto por  barras pretas e brancas verticais. Usa-se também este símbolo para o transporte de amianto.
Mas se você tem dúvidas sobre este perigo ambiental, basta olhar o alerta inscrito na bateria do seu telemóvel "Não incinerar." "Não expor a temperaturas superiores a 60*C".
Só para lembrar a placa para transporte de Hidrogênio é a mesma do gás que você usa em casa para cozinhar. O perigo é classe 2 inscrito junto ao vértice inferior, numa placa quadrada vermelha onde junto ao vértice superior tem o símbolo de fogo. A placa de transporte de gasolina, gasóleo, etanol é igual a referida para o hidrogênio, só variando no número da classe 3 inscrito.
Quanto à autonomia é outro problema de difícil resolução apesar das últimas inovações.
Encarar o dia a dia com normalidade a bordo dum veículo elétrico numa cidade alemã, pode até ser visto como inovação ou um passo a frente. Mas o mesmo já não se pode dizer do uso dum veículo elétrico em cidades como São Paulo, onde encarar o trânsito com um veículo destes é só para gente que não tem noção do que é a verdadeira limitação autonómica.
Falar-se em 130km de alcance é fácil, mas falar de parar num engarrafamento a bordo dum veículo elétrico é coisa que ninguém quer falar. Mesmo apesar de "start up" ter evoluído e permitir uma poupança significativa. Estes problemas do veículo de motor de combustão, não são exclusivos destes  veículos, pois os elétricos usam as mesmas vias e enfrentam os mesmos problemas. Existindo ainda o perigo de ficar sem bateria e ter que esperar pelo reboque, pois não acredito que alguém possa lhe fornecer um carregador elétrico num cenário caótico de assaltos e manifestações de grupos organizados que tudo destroem na sua passagem. Mesmo em países ditos civilizados estes cenários espontâneos apanham o mais cauteloso dos condutores.
Se a autonomia não estica as tecnologias que a viabilizam passam por uma mudança de paradigma energético. O uso do hidrogênio pode bem resolver este e outros problemas para quem não quer usar o transporte público.
O outro grande problema o tempo de carregamento 9 horas em tomadas domésticas, torna-se um cenário perfeito para quem tem todo o tempo do mundo. Para quem chegar atrasado ao emprego é coisa pouco relevante. A classe menos abastada nunca terá dinheiro para um veículo destes, muito menos condições para ter 9 horas num shopping esperando que o veículo carregue a bateria. No melhor das hipóteses usa-se o transporte público, resolve-se o problema. Então para quê um veículo destes?
Dificilmente alguém que consiga comprar um veículo destes terá noção das mais básicas dificuldade que se apresentam em cenários econômicos de crise. A recente evolução neste tipo de transporte resolveu o problema do carregamento, tornando-o mais rápido.
Posto de carregamento rápido para carro elétrico?
Existem alguns (poucos, o investimento é caro e pouco fiável em certas circunstancias). Até a implementação destes á custa do dinheiro público, sim. Sim porque nenhum privado terá condições para implementar tão elevado empreendimento. Até que este dilema se resolva as baterias esfumam a sua vida útil de 5 anos no melhor das hipóteses.
O sistema propriamente dito consiste no fim da cabotagem.
Em 2011 a Volvo participou em projeto conjunto com a organização estatal Flanders' Drive para o desenvolvimento de sistemas de carregamento por indução. Na experiência utilizou-se um Volvo C30 elétrico. A tecnologia consistia na instalação no solo de uma placa de carregamento capaz de gerar um campo magnético. Para receber a carga elétrica estaciona-se o veículo sobre a placa que transfere a energia em forma de corrente alternada sem condutor físico. Depois de armazenada no conversor do módulo elétrico do carro a energia é canalizada para as baterias.
Já lhe disseram o quanto aumenta o preço do carro que tenha implementado o sistema de carregamento rápido?
Numa altura que o preço do cobre bate recordes nos mercados mundiais devido á sua escassez, porquê continuam a se alimentar estes "lobies".

Aterramos na capital de Portugal, um dia antes da tragedia anunciada, num tempo futuro.
A repetição do terremoto de 1755 que devastou esta linda cidade na margem Norte do rio Tejo na Peninsula Iberica anuncia-se atraves da agua do rio.
Movimento estranho de aves que fogem do rio em debandada, um Adagio.
Os predios da cidade inseguros por anos de construção negligente preparam-se para o abane fatal. Mas nem tudo é mau na construção, a herança pombalina deixou ruas espaçosas com predios preparados. Velhos de mais para resistir.
O rio Tejo também ele, sabe que não resistirá ao abanar da terra e que mais uma vez vai ter que mudar seu leito, mais para norte. Quem sabe desta vez para tras das sete colinas.
Sempre para norte, correm as ruas da cidade e nelas a desgraça maior. Os automoveis de outrora, dum tempo de petroleo barato, amontuam-se. Alguns abandonados pela crise economica, dum pais que submergiu para um avanço tecnologico ainda mais devastador.
Veiculos eletricos rodam pela cidade. De nada serviram numa cidade em que os minutos para a destruição estão em contagem decrescente.
Sem eletricidade, invadida pelo rio que tanta beleza que lhe dá, Lisboa começa a tremer ainda antes do abalo fatal.
O aeroporto rasgado ao meio pelo movimento das placas tectonicas, torna-se inutil, como inutil a politica que governou esta cidade.
Sem olhos para um futuro coerente no sopé das sete colinas da cidade de Lisboa o futuro promissor da tecnologia do veiculo eletrico afunda-se e com ele afunda um pais que um dia foi Portugal.
Ulisseia vê do topo das suas colinas, esfumar-se os milhões de euros do esforço da sua gente!

Os passageiros que forem afetados pelos cancelamentos podem ainda alterar a data da viagem “sem custo adicional, na mesma classe de reserva e dentro da validade dos bilhetes”, pedir o “reembolso a 100 por cento” ou receber uma compensação “através de um ‘travel voucher’”.
A TAP vai cancelar dezenas de voos previstos para entre hoje e sábado. O Jornal de Negócios avançou que seriam 50, a Lusa refere serem 37. Por motivos a que diz ser “totalmente alheia”, a transportadora não recebeu os novos aviões e teve de optar pela “reprogramação dos meios disponíveis”.
Entre hoje e sábado, a TAP vai ser notícia por estar a cancelar voos. Depois do Jornal de Negócios ter avançado que o número de voos anulados iria chegar aos 50, a Lusa, citando o site oficial da transportadora, reduz o número para 37: 13 hoje, 11 amanhã e mais 13 no sábado.
Neste momento, o site apresenta a “lista de voos cancelados para os próximos dias”, sendo referidos 48 entre os dias 23 (ontem) e 26. Desse total, 11 foram anulados durante o dia de ontem.
Em causa está a falta de aviões. A transportadora comprou seis novos Airbus, mas alega que não os recebeu por motivos a que diz ser “totalmente alheia”.
“Devido a razões a que a TAP é totalmente alheia, verificou-se um atraso na entrega desses novos aviões, o que obrigou a uma reprogramação dos meios disponíveis e à necessidade de contratar aviões de outras companhias durante o mês de julho, para fazer face aos compromissos assumidos”, refere a nota publicada no site.
empresa sustenta que contratou os seis aviões “em devido tempo”, ainda antes de terem sido anunciados a introdução de 11 de novos destinos e o reforço das operações em determinadas ligações.
“A TAP pretende cumprir integralmente os compromissos assumidos com os clientes”, salientou a empresa, apelando aos passageiros que ainda não tenham sido contactados para conferirem se o voo para o qual têm reserva faz parte da lista e, nessa situação, qual “a melhor alternativa para a realização das viagens”.

A330-200 TAP a voar

Voo da TAP para São Paulo regressa a Lisboa depois de avaria em motor na descolagem


Um Airbus A330-200 da TAP (matrícula CS-TOO) fez nesta manhã de sábado, dia 12 de Julho, uma aterragem de emergência no Aeroporto Internacional de Lisboa, devido a uma avaria num dos motores.
O avião que fazia o voo TP085, com destino ao Aeroporto de Guarulhos, Estado de São Paulo, com 268 passageiros e 12 tripulantes a bordo, sofreu a avaria logo após a descolagem, que se verificou pelas 10h24 locais, tendo estado durante cerca de uma hora ao largo de Lisboa a alijar combustível, de forma a permitir uma aterragem em segurança. No aeroporto só foi declarada emergência quando o A330-200 da TAP iniciou as manobras para a aterragem, tendo alguns aviões que se dirigiam ao aeroporto da capital portuguesa ficado em espera.
A aterragem decorreu sem incidentes e o tráfego no Aeroporto de Lisboa foi logo normalizado.
Um porta-voz da companhia confirmou o incidente e esclareceu que não se tratou de nada mais do que uma avaria num dos motores do aparelho. A TAP está a tratar do transporte dos passageiros que aguardam solução para retomar a viagem para São Paulo, o que poderá acontecer na tarde de hoje, sábado. O A330-200 matrícula CS-TOO já está entregue aos serviços de manutenção técnica da companhia, informou o porta-voz em declarações a um canal televisivo em Lisboa.
Entretanto, hoje ao princípio da tarde, soube-se, através de um porta-voz da Polícia de Segurança Pública (PSP) citado pela agência noticiosa Lusa que do motor avariado do avião se terão desprendido alguns bocados de metal (o maior terá quatro centímetros), possivelmente de peças não identificadas do motor, que atingiram duas viaturas e o telhado de uma habitação no Bairro de São Tiago, em Camarate, uma freguesia nos arredores do aeroporto de Lisboa, de onde descolou o Airbus A330-200 na altura do incidente. Os estragos são de pouca monta, de acordo com as reportagens de canais televisivos que estiveram no local. De maior relevância será um automóvel que tem um vidro traseiro estilhaçado. Algumas testemunhas que terão visto o avião a subir terão se apercebido de fumo a sair do motor direito da aeronave, segundo as reportagens das estações de televisão nacionais portuguesas.


Meu nome é Duke. Isto é o Sky Car. Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas. Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dads seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho. Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google. As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido. Obrigado ... Mid Night Duke ... ...

 The work presented in this blog, is a study of existing in many of the cities visited social niches. Many data are incorrect, need scientific confirmation.  Other dads followed strict criteria investigation by many authors, whom I thank for their work.  I apologize for any error, based on translations of what I write here. For my linguitico knowledge of such languages ​​comes from Google translator.  The marks contained herein has all rights to inventions or scientific papers cited. Copying or reproduction is punishable under the law of the country where the crime is committed plagiarism. Thank you ... Mid Night Duke ...

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