07 julho, 2014

IPHE (Parceria Internacional para a Economia do Hidrogenio



Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …

 O meu nome é Duke.

 Este é o meu mundo.




Aterramos onde você quiser, somos divulgadores da (PIEH) , Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio


Os elétricos crescem a olhos vistos, consumindo recursos econômicos e minerais, escassos sobre a bandeira do ecologicamente correto.

Os elétricos crescem em ambição, mas pouco somam em soluções de defesa do ambiente.
Com o e-up as marcas juntam-se a grupos econômicos que devoram os recursos minerais do planeta, os chamados "lobies".
A mobilidade citadina ecologicamente correta esconde atrás de si a origem da sua Energia Primária, isto é donde vem o seu recurso energético a eletricidade.
Estar na moda não chega para atingir o céu. O peso das baterias, junto com a carcaça tornam o consumo de qualquer avião elétrico, seja a nível energético, seja a nível financeiro, um monstro que não sabemos se realmente voará ou se ficará apenas pela tentativa.
Mais do que um caminho com pernas para andar os veículos elétricos tornaram- se numa moda difícil de sustentar para a 90% da população dos países mais ricos. Imagine-se como será nos pobres onde nem o petróleo barato consegui mais do que deixá-los ainda mais pobres.
De mão dada à moda do que atualmente é ser ecologicamente correto, o carro elétrico esconde em si mesmo as origens poluentes dos recursos usados no seu fabrico. Ninguém vai querer ser ecológico se for obrigado a usar a chapa usada no transporte de grandes quantidades de Litio, material usado nas baterias.
Lembre-se o símbolo é composto por um quadrado com o número de perigo classe 9 no vértice inferior. Na parte superior dos vértices laterais para cima até o vértice superior é composto por  barras pretas e brancas verticais. Usa-se também este símbolo para o transporte de amianto.
Mas se você tem dúvidas sobre este perigo ambiental, basta olhar o alerta inscrito na bateria do seu telemóvel "Não incinerar." "Não expor a temperaturas superiores a 60*C".
Só para lembrar a placa para transporte de Hidrogênio é a mesma do gás que você usa em casa para cozinhar. O perigo é classe 2 inscrito junto ao vértice inferior, numa placa quadrada vermelha onde junto ao vértice superior tem o símbolo de fogo. A placa de transporte de gasolina, gasóleo, etanol é igual a referida para o hidrogênio, só variando no número da classe 3 inscrito.
Quanto à autonomia é outro problema de difícil resolução apesar das últimas inovações.
Encarar o dia a dia com normalidade a bordo dum veículo elétrico numa cidade alemã, pode até ser visto como inovação ou um passo a frente. Mas o mesmo já não se pode dizer do uso dum veículo elétrico em cidades como São Paulo, onde encarar o trânsito com um veículo destes é só para gente que não tem noção do que é a verdadeira limitação autonómica.
Falar-se em 130km de alcance é fácil, mas falar de parar num engarrafamento a bordo dum veículo elétrico é coisa que ninguém quer falar. Mesmo apesar de "start up" ter evoluído e permitir uma poupança significativa. Estes problemas do veículo de motor de combustão, não são exclusivos destes  veículos, pois os elétricos usam as mesmas vias e enfrentam os mesmos problemas. Existindo ainda o perigo de ficar sem bateria e ter que esperar pelo reboque, pois não acredito que alguém possa lhe fornecer um carregador elétrico num cenário caótico de assaltos e manifestações de grupos organizados que tudo destroem na sua passagem. Mesmo em países ditos civilizados estes cenários espontâneos apanham o mais cauteloso dos condutores.
Se a autonomia não estica as tecnologias que a viabilizam passam por uma mudança de paradigma energético. O uso do hidrogênio pode bem resolver este e outros problemas para quem não quer usar o transporte público.
O outro grande problema o tempo de carregamento 9 horas em tomadas domésticas, torna-se um cenário perfeito para quem tem todo o tempo do mundo. Para quem chegar atrasado ao emprego é coisa pouco relevante. A classe menos abastada nunca terá dinheiro para um veículo destes, muito menos condições para ter 9 horas num shopping esperando que o veículo carregue a bateria. No melhor das hipóteses usa-se o transporte público, resolve-se o problema. Então para quê um veículo destes?
Dificilmente alguém que consiga comprar um veículo destes terá noção das mais básicas dificuldade que se apresentam em cenários econômicos de crise. A recente evolução neste tipo de transporte resolveu o problema do carregamento, tornando-o mais rápido.
Posto de carregamento rápido para carro elétrico?
Existem alguns (poucos, o investimento é caro e pouco fiável em certas circunstancias). Até a implementação destes á custa do dinheiro público, sim. Sim porque nenhum privado terá condições para implementar tão elevado empreendimento. Até que este dilema se resolva as baterias esfumam a sua vida útil de 5 anos no melhor das hipóteses.
O sistema propriamente dito consiste no fim da cabotagem.
Em 2011 a Volvo participou em projeto conjunto com a organização estatal Flanders' Drive para o desenvolvimento de sistemas de carregamento por indução. Na experiência utilizou-se um Volvo C30 elétrico. A tecnologia consistia na instalação no solo de uma placa de carregamento capaz de gerar um campo magnético. Para receber a carga elétrica estaciona-se o veículo sobre a placa que transfere a energia em forma de corrente alternada sem condutor físico. Depois de armazenada no conversor do módulo elétrico do carro a energia é canalizada para as baterias.
Já lhe disseram o quanto aumenta o preço do carro que tenha implementado o sistema de carregamento rápido?
Numa altura que o preço do cobre bate recordes nos mercados mundiais devido á sua escassez, porquê continuam a se alimentar estes "lobies".

O veículo a hidrogênio com um perigo menor que os derivados do petróleo, com um valor de mercado aos níveis da gasolina no que se refere ao veículo, suponde que se usá o veículo a hidrogênio com motor de combustão interna, é sem duvida a melhor solução a implementar para o veiculo particular.
No setor do transporte publico os autocarros a celulas de Hidrogenio já fazem a delicia de muitas pessoas em muitas cidades espalhadas pelo mundo.



Aterramos onde você quiser, somos divulgadores da (PIEH) , Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio. Soluções ambientais existem na área do hidrogênio que aleados á produção de Energia a partir da geotérmica fazem a diferença. Venha descobrir algumas de forma divertida ...


 ... Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, ...

A energia tem de ser o mais facil de encontrar, obter.


Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida.

(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio


Meu nome é Duke. Isto é o meu bolg.
Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica.
O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas.
Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho.
Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google.
As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido.
Obrigado ... Mid Night Duke ...

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