03 outubro, 2014

Aterrage Genève Suiça (energia primaria)


Mon nom n'est pas Higgs.
Ce n'est pas mon monde.
Atterri à Genève, en Suisse, l'un des siège du FMI (Fonds monétaire international).
Nous sommes venus pour visiter l'un que beaucoup disent est la plus grande fraude scientifique au niveau de la physique quantique.
La découverte de la particule de Dieu, la Goop ou particule de Higgs.
L'argent dépensé sur rien.
Juste fait ce que le Soleil est notre étoile tous les jours, rejoint les anti atmos atmos Hydrogène L'hydrogène, les détruire.
La goo est à la fois matière et anti-matière est détruite.
Dans ces derniers mois, il ya eu une forte baisse du prix du baril de pétrole. Malgré les conflits dans les pays producteurs, quelque chose de normal dans les 14 dernières années.
La raison pourrait être l'augmentation de l'offre. Favorable citation de taux de change, monnaie forte permet acheter pas cher. Extatação, une production plus efficace et d'affinage.
Mais non, plus le prix devrait être sera eleminação d'obstacles entre les producteurs et les consommateurs.
Appelez Norma ou deuxième période de la longue urgence ou à la fin de l'huile ..
La première période, appelée:
La hausse des prix.
Causés par une plus grande demande que d'offre, juste après le pic de pétrole dans le monde, probablement entre 2000 et 2002 ont créé les circonstances économiques exceptionnelles qui ont conduit à une augmentation maximale des prix en 2008 qui a conduit à 150 $ le baril.
Dans les mots de l'auteur James Howard:
Une urgence cesse d'être considéré comme la norme.
Il n'existe qu'un seul pic, mais plusieurs, en raison du liquide étant contenu dans plusieurs puits dans le monde entier, sans lien entre eux. Le premier pic était l'Américain, dans les années 70 du XXe siècle. Après la mer du Nord dans les années 90 du XXe siècle. Plus le l'Irak doit avoir été produit dans les années entre 2000 et 2003, il ya un certain temps parce que nous ne pouvons pas quantifier les réserves.
Ce n'est qu'après un certain temps, nous nous rendons compte que nous ne pouvons pas répondre à la demande, soit parce que les chiffres de la consommation est augmentée, parce que les réserves ont diminué.
Il est appelé cet effet, le miroir.
C'est comme lorsque vous traversez un Planalto, que nous nous rendons compte que nous sommes en bas, quand on regarde la route et voyons rertovisor ligueiramente incliné.
La deuxième période:
La norme.
C'est quand tous les événements liés à la hausse des prix redeviennent normales.
Exemple le propre hausse des prix et falencias dérivées cette. Un autre exemple de la demande pour l'énergie alternative, nourri ou financés à sa base par l'énergie de l'huile.
La guerre titanesque sur les réserves est un autre exemple avec Norma.
Après eleminarmos les obstacles, intermidiarios long de la route de l'énergie ou tout produit naturel du commerce est que le prix baisse. Si tout cela, grâce aux réserves de guerre déplacer au consommateur ou à quelqu'un qui est là que nous aurons la situation du film Mad Max, où les méchants ne payaient pas l'énergie, a simplement pris possession de celui-ci.
La fin de l'OPEP (Organisation des pays exportateurs de pétrole, la Libye, l'Irak, le Venezuela, etc, etc ..), vos eneficacia la combinaison en commun des prix.
La norme est donc le danger pour le consommateur, l'Europe, l'Amérique, le monde industrialisé en général, obtenir le vol d'énergie pas cher camouflé par le de moins en moins capables de se défendre ou d'avoir le pouvoir d'achat pour acheter des véhicules ou des machines producteurs peuples.
Une autre situation est la norme de migration intense pour les puissants de la production locale. Au contraire, il est l'un des flux migratoires de main-d'œuvre pas cher dans le sens inverse.
Meu nome não é Higgs.
Este não é o meu mundo.
Aterramos em Genebra, Suiça, uma das sedes do FMI (Fundo Monetario Internacional).
Viemos visitar aquela que muitos dizem ser a maior fraude cientifica a nivel da fisica quantica.
A descoberta da Particula de Deus, a Gosma ou ainda Particula de Higgs.
Dinheiro gasto em nada.
Apenas fizeram o que o Sol a nossa estrela faz todos os dias, junta atmos de hidrogenio a anti atmos de hidrogenio, destruindo-os.
A GOSMA quer fica é materia e anti materia destruida.
Nestes ultimos meses, assistiu-se a uma descida acentuada do preço do barril do petroleo. Apesar dos conflitos nos paises produtores, algo normal nos ultimos 14 anos.
O motivo poderia ser o aumento da oferta. Cotação cambial favoravel, moeda forte permite comprar barato. Extatação, produção e refinação mais eficiente.
Mas não, a baixa do preço deve-se á eleminação de obstaculos entre os produtores e os consumidores.
A chamada Norma ou segundo periodo da Longa Emergência ou fim do petroleo..
O primeiro periodo, chamado:
Subida do preço.
Provocado por uma procura maior que a oferta, logo após o pico mundial do petroleo, provavelmente entre 2000 e 2002. Criou situações economicas pouco habituais que levaram a uma subida maxima do preço em 2008 que levou o barril aos 150 dolares.
Como dizia o autor, James Howard:
Uma emergência deixa de o ser quando vira norma.
Não existe um só pico, mas varios, devido ao liquido estar contido em varios poços espalhados pelo mundo, sem ligação entre eles. O primeiro pico, foi o americano, na decada de 70 do seculo XX. Depois o do mar do Norte nos anos 90 do seculo XX. O maior o do Iraque deve ter sido acontecido nos anos entre 2000 e 2003, não existe um tempo certo por não conseguirmos quantificar as reservas existentes.
Só depois de algum tempo, temos a noção de que não conseguimos satisfazer a procura, seja porque o comsumo aumentou seja, porque as reservas diminuiram.
Chama-se a isto o efeito retrovisor.
É como quando atravessamos um planato, só temos noção que estamos a descer, quando olhamos pelo rertovisor e vemos a estrada ligueiramente inclinada.
O segundo periodo:
A Norma.
É quando todos os eventos relacionados, com a subida do preço tornam-se normais.
Exemplo a propria subida do preço e as falencias derivadas deste. Outro exemplo a procura por energias alternativas, alimentadas ou financiadas na sua base pela energia petrolifera.
A guerra titanica em torno das reservas é o outro exemplo que caracteriza a Norma.
Após eleminarmos os obstaculos, intermidiarios ao longo do percurso comercial da energia ou de qualquer produto o mais natural é o preço baixar. Se a tudo isto, as reservas graças á guerra mudarem para o consumidor ou alguém que o representa ai teremos aquela situação do filme do Mad Max em que os vilões não pagavam pela energia, pura e simplesmente se apoderavam dela.
O fim da OPEP (Organização dos Paises Produtores de Petroleo, Libia, Iraque, Venezuela, etc, etc..), a sua eneficacia na combinação conjunta de preços.
A Norma é então o perido em que os consumidores, Europa, America, mundo industrializado em geral, obtem energia barata pelo roubo camuflado aos povos produtores cada vez menos aptos a defenderem-se ou a ter poder de compra para adquirir maquinas ou veiculos.
Outra situação da Norma é a migração intensa dos poderosos para junto dos locais de produção. Pelo contrario da-se um fluxo migratorio de mão de obra barata em sentido inverso.









Querida, destruí o Universo

POR SALVADOR NOGUEIRA
11/09/14  05:54

Stephen Hawking ataca novamente. O famoso físico britânico lançou um alerta à humanidade ao destacar que a manipulação do bóson de Higgs — a tal “partícula de Deus”, descoberta em 2012 no maior acelerador de partículas do mundo — pode levar à destruição do próprio Universo.
Great Scott! Hawking diz que podemos desestabilizar o continuum espaço-tempo!
“Great Scott!” O físico Stephen Hawking agora diz que podemos desestabilizar o continuum espaço-tempo!
OK, todos sabemos que o bom e velho Hawking é mesmo dado a afirmações grandiosas. Recentemente ele disse que talvez buracos negros não existissem.Mas esta bateu todos os recordes. Poderia mesmo um experimento de física levar ao fim do cosmos como o conhecemos?
O físico delineia a ideia não num trabalho científico, mas no prefácio de um novo livro chamado “Starmus”, um apanhado de artigos de astrônomos e astronautas renomados, reunidos num festival científico de mesmo nome realizado em Tenerife, na Espanha, em 2011 (a segunda edição acontecerá em duas semanas).
“O potencial de Higgs tem a preocupante característica de que possa se tornar metaestável em energias acima de 100 bilhões de giga-elétronvolts (GeV)”, escreveu o cientista britânico. “Isso significa que o Universo poderia sofrer um decaimento catastrófico do vácuo, com uma bolha do vácuo verdadeiro se expandindo à velocidade da luz. Isso poderia acontecer a qualquer momento, e não veríamos o que nos atingiu.”
É de apavorar, não? Mas calma, não priemos cânico. Vamos primeiro tentar entender a história, e depois perceber que não é tão ruim quanto parece.
DICA: Stephen Hawking deu dois grandes alertas à humanidade antes. Quer saber quais? Eu conto tudo no meu novo livro, “Extraterrestres: Onde eles estão e como a ciência tenta encontrá-los”
O SEGREDO DA MASSA
O bóson de Higgs, talvez você se lembre, causou muito alarde em 2012, quando foi finalmente descoberto, após meio século de busca. Os experimentos conduzidos no LHC, o Grande Colisor de Hádrons, confirmaram que essa partícula — a peça que faltava no quebra-cabeças da física de altas energias — de fato existe e é a responsável pela massa de todas as outras partículas.
Talvez não soe tão grandioso posto dessa forma, mas lembre-se: a massa é o que gera a gravidade. E, se não houvesse gravidade no Universo, estrelas não poderiam se formar, nem planetas, nem nós. Não é à toa que o físico ganhador do Nobel Leon Lederman deu a ela esse apelido imponente, “partícula de Deus” (ou “partícula-Deus”, como queira).
Um detalhe importante: não é a partícula em si que produz a massa. É o campo associado a ela — uma entidade real que permeia o espaço. Em essência, o campo de Higgs é como uma gosma pegajosa que existe em toda parte. As demais partículas, ao atravessá-lo, sofrem resistência. E com isso ganham suas massas. Cada partícula interage de forma diferente, e por isso tem massa diferente. Já uma partícula que parece indiferente ao campo de Higgs é o fóton, que faz a luz. Por isso a luz viaja pelo espaço na velocidade máxima permitida — ela não sente a gosma pegajosa e, portanto, não tem massa.
Certo. O que Hawking está dizendo é que alguns cálculos sugerem que nem sempre esse campo de Higgs se comporta dessa maneira — o potencial é “metaestável”. Se você colocar energia suficiente nele, talvez ele se torne outra coisa. E aí é como desligar a massa das partículas, reajustá-la ou invertê-la. A gravidade para de funcionar do jeito tradicional e o espaço se expande violentamente. A própria matéria se dissipa, com seus componentes todos subitamente acelerando à velocidade da luz, sem ter mais as amarras da gosma pegajosa.
Não bom.
SEM RISCO IMEDIATO
A única coisa que nos deixa tranquilos é a energia envolvida para que isso — talvez, apenas talvez — aconteça. Hawking fala em 100 bilhões de gigaelétron-volts. É um montão. Para que se tenha uma ideia, o Higgs foi descoberto no LHC com uma energia de 4.000 gigaelétron-volts. De 4.000 para 100.000.000.000 tem um bocado de zero a mais.
O LHC encontrou o bóson de Higgs. Não tente isso em casa.
O LHC encontrou o bóson de Higgs. Não tente isso em casa.
“Um acelerador de partículas que atinja 100 bilhões de gigaelétron-volts teria de ser maior que a Terra, e é improvável que seja financiado no atual clima econômico”, brinca o físico britânico.
A grande pergunta é: o potencial do Higgs é mesmo metaestável? Ou seja, é possível em tese bagunçá-lo e zoar o Universo? Ninguém sabe. Contudo, não parece absurdo.
Afinal, alguma coisa muito parecida com isso deve ter acontecido lá atrás, 13,8 bilhões de anos atrás, para dar início à expansão do Universo. Em seu texto, Hawking sugere que a melhor forma de investigarmos essa questão cientificamente é justamente olharmos para trás, para o Big Bang, onde talvez tenha havido a energia necessária para desestabilizar o Higgs.
UMA IMODESTA ESPECULAÇÃO
Permita-me, caro leitor, compartilhar um voo da minha imaginação diante dessas observações de Hawking.
Imagine por um momento que houvesse um outro universo antes do nosso — antes do familiar Big Bang, ocorrido 13,8 bilhões de anos atrás. Nesse antigo cosmos hoje inacessível, talvez até destruído ou sobreposto pelo nosso, havia uma civilização tão curiosa quanto a humana. Eles gradualmente galgaram os degraus do avanço tecnológico, indo de paus e pedras a bombas atômicas e aceleradores de partículas, como nós fizemos.
Então eles excederam nossas atuais capacidades. Em muito. E descobriram, com certo espanto, que seu Universo não era tão confortável quanto poderia ser. Talvez tenham identificado que ele fosse acabar num Big Crunch, esmagado pela própria gravidade, ou quiçá consumido pelo frio e inexorável avanço da entropia, destruindo toda e qualquer estrutura que pudesse nutri-los. Mas esta civilização não queria morrer, nem queria ver o cosmos encontrar seu fim.
Decidiram então aplicar todos os seus conhecimentos avançados em um experimento final — a desestabilização do campo de Higgs e a consequente ressurreição do Universo. A iniciativa produziria uma imensa bolha de espaço-tempo, crescendo a uma velocidade espantosa e convertendo energia do vácuo em matéria. Um novo cosmos nasceria. Talvez eles pudessem adentrá-lo no instante exato para sobreviver em seu interior. Talvez não. De toda forma, tomaram todo o cuidado, em seus cálculos, para produzir a quantidade exata de matéria e energia no processo de expansão cósmica, de forma que o novo cosmos não só fosse duradouro e hospitaleiro, como também plano e infinito até onde se pudesse ver. Amigável à vida. Nascia daí o nosso Universo, cuja sintonia fina é aparente e espanta os cosmólogos, mas somos hoje incapazes de compreender por quê.
Será que algo assim pode ter acontecido? Deixo ao leitor a inglória tarefa de julgar a verossimilhança.
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P.S.: Um ano atrás, escrevi um conto baseado numa premissa parecida, que foi publicado numa edição especial da “Superinteressante” e indicado ao Prêmio Abril. Você pode lê-lo aqui.


Meu nome é Duke. Isto é o Sky Car. Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas. Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dads seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho. Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google. As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido. Obrigado ... Mid Night Duke ... ...



 The work presented in this blog, is a study of existing in many of the cities visited social niches. Many data are incorrect, need scientific confirmation.  Other dads followed strict criteria investigation by many authors, whom I thank for their work.  I apologize for any error, based on translations of what I write here. For my linguitico knowledge of such languages ​​comes from Google translator.  The marks contained herein has all rights to inventions or scientific papers cited. Copying or reproduction is punishable under the law of the country where the crime is committed plagiarism. Thank you ... Mid Night Duke ...

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