11 outubro, 2014

Aterragem Curitiba Paraná



RAP  do Resident Evil 6


Meu nome é Duke.
Este é o meu mundo.

Aterramos em Curitiba Estado do Paraná, Brasil membro da (IPHE) Parceria Internacional para a economia do Hidrogenio.
O respeito ao meio ambiente e a busca de soluções para reduzir os impactos ambientais do transporte coletivo fazem parte da trajetória do sistema de transporte urbano de Curitiba. Conheça as experiências, os resultados e os projetos em andamento.
A qualidade do ar é uma das grandes preocupações do mundo atual e um dos principais componentes da qualidade de vida dos cidadãos, uma vez que a emissão de poluentes na camada atmosférica pode provocar danos não só à saúde, mas prejudicar a sustentabilidade do planeta. Neste sentido, qualquer ação que tenha como objetivo diminuir os impactos sobre a qualidade do ar é de grande importância para a cidade.
A atuação da URBS junto às empresas operadoras, com o objetivo de controlar as emissões de poluentes, se dá através de testes de opacidade previamente programados, visando uma regulagem correta dos motores dos ônibus do Transporte Coletivo da Rede Integrada de Transporte (RIT).
Em 2012, foram realizados em torno de 6000 testes de opacidade nos veículos da frota da RIT. Com os respectivos testes, conseguiu-se mensurar uma redução de opacidade próximo de 60%, se comparada à média dos limites estipulados pela legislação nacional.
Ainda, em paralelo aos testes de fumaça, a URBS, buscando a preservação do meio ambiente, bem como a segurança dos usuários e as boas condições dos ônibus da frota, realiza inspeções semestrais em todos os veículos da RIT, nas quais são vistoriados vários itens, entre eles, o estado de conservação dos motores, contemplando a eliminação de vazamentos de óleo e de eventuais ruídos excessivos.

Medição de fumaça no escapamento

Os testes de fumaça são realizados nos ônibus do Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Curitiba, utilizando o equipamento denominado Opacímetro de Fluxo Parcial, atendendo à Legislação Ambiental vigente, Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e Normas da ABNT para melhoria do estado de manutenção dos motores a diesel, visando minimizar a emissão de fumaça e outros poluentes.
Outro modo de atuação da URBS, com o intuito de reduzir emissões de poluentes pelo transporte coletivo, é a gestão da renovação da frota. Assim, quando as operadoras têm que adquirir novos ônibus, a URBS autoriza as empresas concessionárias a substituírem os veículos mais antigos por ônibus novos, os quais utilizam motores menos poluentes, contribuindo assim para as reduções ambientais.
Com a renovação da frota, desde 2005 até o ano de 2012, foi registrada a redução de 23.762 toneladas de poluentes no meio ambiente.

Utilização de Combustível Alternativo

Desde 1995, a URBS vem sendo pioneira no uso de combustíveis alternativos, menos poluentes que o óleo diesel. De 1995 a 1998 foram feitos testes com a utilização de álcool hidratado, um biocombustível produzido a partir da cana-de-açúcar. Cinco ônibus da linha Volta ao Mundo rodaram com este combustível durante os três primeiros anos. Em 1998, dois ônibus suecos operaram na linha Oficinas/Praça Rui Barbosa, circulando também com 95% de álcool anidro e 5% de aditivo.
Em 1998 iniciaram-se os testes com Biodiesel B20 – 80% de diesel metropolitano e 20% de éster metílico de soja, sendo aplicado por seis meses numa amostra de 20 ônibus, denominados “B20”. Dando continuidade à busca por combustíveis alternativos, em 1999 a URBS efetivou a operação de 20 ônibus utilizando uma mistura chamada de MAD 8, sendo: 89,4% de diesel metropolitano; 8% de álcool anidro e 2,6% de aditivo co-solvente, à base de soja.
As reduções ambientais nos programas Biodiesel B-20 e MAD8, foram de 35% e 32% respectivamente, constatadas a partir do índice de opacidade. Os resultados ambientais da utilização de combustíveis alternativos ao diesel são significativos e contribuem para a melhoria da qualidade do ar, principalmente nas grandes capitais do Brasil, onde os sistemas de transporte coletivo são ainda, em grande parte, operados por ônibus. Estas alternativas produzem também impacto social, uma vez que o Brasil é um dos maiores produtores de soja e álcool, e o incremento do uso destes combustíveis alternativos provoca geração de empregos, especialmente no campo.

Projeto Biodiesel B100

No ano de 2009, coordenado pela URBS S/A, a cidade passou a utilizar, em parte de sua frota de ônibus, o B100 de origem 100% vegetal – contribuindo para a redução da emissão de poluentes na atmosfera, caracterizando um grande avanço para a saúde do planeta. Em uma iniciativa inédita, os 06 (seis) primeiros ônibus urbanos do país passaram a operar no transporte coletivo utilizando apenas biodiesel - B100, na Linha Verde – 6º corredor de transporte implantado em Curitiba. Com este programa, Curitiba tornou-se a primeira capital na América Latina a utilizar em parte de sua frota de ônibus o Biodiesel – B100, que contribuiu significativamente para a redução das emissões de poluentes na atmosfera, caracterizando um grande avanço para a saúde do planeta.
A experiência do B100, combustível produzido integralmente a partir de soja, sem mistura de óleo diesel, foi feita a partir da assinatura do Acordo de Cooperação para Pesquisa Técnica de Uso do Biocombustível em Ônibus Urbanos, com parceria da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, das empresas operadoras do transporte Viação Cidade Sorriso e Auto Viação Redentor, das montadoras Scania Latina America e Volvo do Brasil, do Instituto Tecnológico do Paraná (Tecpar), e do Programa Brasileiro de Desenvolvimento Tecnológico e Combustível (Probiodiesel), empresa de fomento e pesquisa tecnológica. Também integram esta parceria a fabricante do biocombustível – BSBios Indústria e Comércio de Biodiesel Brasil Sul S/A – e a RDP Distribuidora de Petróleo Ltda, responsável pelo transporte do biocombustível.
Com base nos testes realizados em dinamômetro, constatou-se que os veículos que operaram com B100 apresentaram redução de 25% nos índices de opacidade e 30% nos índices de emissões de monóxido de carbono, comparados aos demais ônibus que trafegam no corredor da Linha Verde e que operavam com uma mistura de diesel e 4% de biodiesel. Já nos testes realizados em campo, foi constatada redução de 67,74% dos índices de opacidade (fumaça).
Face aos resultados apresentados, comprovando o sucesso do projeto coordenado pela URBS, em 2010 esta empresa solicitou autorização da Agência Nacional de Petróleo – ANP – para aumentar o volume de biodiesel B100 de 10.000 mil litros/mês/empresa, para 50.000 mil litros/mês/empresa e, conseqüentemente, aumentar a quilometragem mensal percorrida pelos 6 ônibus, de 2.500 km/mês para 8.500 km/mês. Em 2011, novamente solicitou-se à ANP, uma expansão no volume consumido de biodiesel, passando de 100.000 litros/mês para 270.000 litros/mês.
Em 2013 a frota de ônibus que opera com biodiesel B100 na cidade de Curitiba totaliza 34 veículos, sendo 26 biarticulados, 6 articulados e 2 padrons (híbridos), os quais estão percorrendo uma quilometragem de 228.499,91 mil km/mês e consumindo aproximadamente 191.147,95 mil litros/mês de biodiesel B100.

HIBRIBUS:

Na área de transporte, o ano de 2012 foi novamente marcado pela inovação, no que se refere à redução de emissão de poluentes no transporte coletivo. Na Conferência Rio+20 a cidade apresentou o ônibus híbrido que é mais um avanço na trajetória pioneira da capital paranaense de utilização de energia limpa no transporte coletivo. O “Híbrido”, como ele é chamado, é movido à eletricidade e biodiesel e, no mês de setembro/2012, já entrou em operação, substituindo 10 (dez) veículos da frota da Linha Interbairros I nos dois sentidos.
Os 2 (dois) motores funcionam em paralelo e, se comparada à frota substituída – com motores Euro III - a frota de “Híbridos” significará uma redução de 89% na emissão de material particulado, 80% de óxido de nitrogênio (NOX) e  35% de CO2, além da redução de consumo de até 35% de combustível.




Meu nome é Duke. Isto é o Sky Car. Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas. Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dads seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho. Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google. As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido. Obrigado ... Mid Night Duke ...

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(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio
(IPHE) International Partneship for lhe Hidrogen Economy