10 fevereiro, 2017

Hidrogenio (vantagens, mentiras e tabus) .. a ignorância continua a ser o seu maior inimigo aliada ao lucro facil que os eletricos proporcionam ..


 Hidrogenio

Geotermica


International Partnership
for the Hydrogen Economy




 O meu nome é Duke.

 Este é o meu mundo.

"- Vamos lá, embarque, vamos dar um passeio.

Vem conhecer os viajantes que vieram para a cidade."
Memórias dum Vulcão

Mas se você que me lê e é meu seguidor, ainda não esta convencido, podera procurar o seguinte invento.

Carro a hidrogenio chinês tem turbina de avião e autonomia de 2 mil km

TechRules chama atenção de executivos no Salão de Genebra.
Esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, diz fabricante.

Em meio a tantas novidades de marcas consagradas, uma pequena empresa chinesa chamou a atenção de executivos da indústria automotiva no com um carro que reúne tecnologia de aviação e dos carros a hidrogênio.
Baseada em Pequim, a TechRules mostrou pela primeira vez ao mundo 2 protótipos com mais de 1 mil cavalos de potência, capazes de atingir 100 km/h em apenas 2,5 segundos, segundo testes feitos no mês passado.
É exatamente o mesmo desempenho do carro hibrido que a TechRulese lançou em Genebra.
Além disso, a TechRules afirma que o conceito consegue percorrer cerca de 2 mil quilômetros sem precisar reabastecer, enquanto as pioneiras de carros elétricos sofrem para conseguir 10% disso.
Por isso, a curiosidade foi geral. Então qual o segredo? A TechRules diz usar uma microturbina que funciona a hidrogenio que por sua vez é responsável pela energia elétrica que move os motores.
Parece complicado, mas pense em um carro convencional, em que um motor a combustão gera energia eletrica, agora tire o motor a combustão e coloque um motor turbo helix ligado a uma microturbina, inspirada nas turbinas de aviões.
Esportivi chinês da TechRules (Foto: Peter Fussy / G1)
A turbina, neste caso, serve para impulsionar o carro, em vez da traducional tração motorizada, por isto a tecnologia foi chamada de TRIV (Turbine Recharging Impulsione Vehicle, em inglês

Motor de Combustão Interna a Hidrogenio

O Ciclo Otto com Hidrogênio


Depois de ver o video apresentado no inicio da pagina e de ler o motivo a baixo transcrito para as dificuldades do ciclo Otto usando hidrogênio, num motor de combustão interna, concluímos que afinal a ignorância é mesmo um grande inimigo no uso de hidrogênio em carros ditos normais ...

Um carro que tenha um tanque de 60 litros de gasolina precisaria de um tanque de 300 litros para estocar hidrogênio para a mesma quantidade de energia. Esta é a razão pela qual raramente se produz carros com motores de ciclo Otto que queimam hidrogênio. A BMW produz um modelo, o Hydrogen 7 bicombustível gasolina-hidrogênio ...

Você lembra-se ou já ouviu falar dos Zepelins, dos famosos balões a hidrogênio alemães?
...
Não vou dizer que seja, mas talvez a maior mentira sobre o hidrogênio provenha da dificuldade que tanto se fala sobre o seu armazenamento.
O primeiro Zepelim a hidrogênio apareceu no ano de ... e o ultimo terminou no ano de ... num grave acidente, devido a uma descarga eletrica numa tempestade.
É incrivel como hoje passados estes anos todos e com tanta tecnologia as condições de armazenamente do hidrogenio tornaram-se tão difíceis comparadas com as que Zepelim usava nos seus balões.
Algo esta mal no armazenamento do hidrogênio ou então existe uma grande mentira por trás que negam os factos históricos.
***
Para resolver esta questão é só visitar uma das muitas instalações da Air Liquide ou ir a Londres andar num autocarro movido a hidrogênio.

O hidrogênio oferece ainda toda uma série de dificuldades para seu armazenamento e manipulação. Ele é o gás que possui a molécula de menor tamanho e de maior velocidade em um meio gasoso. Reservatórios totalmente estanques para gases comuns vazam hidrogênio. O pequeno tamanho da molécula e sua alta velocidade fazem com que ele penetre fundo na estrutura cristalina do metal, vazando como se o reservatório fosse um pote de barro. Sistemas de vedação também são sacrificados. Portanto, todo sistema de armazenagem, reabastecimento e manipulação necessitam de materiais e desenhos especiais para conter este gás. Isto implica em custos que dificilmente diminuirão num futuro próximo.

É outra conta que não fecha.

Agora iremos à pior de todas as contas. Segundo o Dr. Ray Ridley, presidente da Ridley Engineering Inc., o ciclo energético do hidrogênio para uso automotivo seria:

- Transformação de energia térmica (petróleo, carvão, nuclear, renovável) em energia elétrica – rendimento de 33%;
Se a obtenção de hidrogênio for feita a partir de energia duma central geotérmica, podemos dispensar todas as outras mesmo que o rendimento não suba dos 33%, pdemos dispensar os elevados custos associados á infraestrutura destas. Exemplo o transporte da energia elétrica em redes de cobre.
- Geração de hidrogênio através da eletricidade – rendimento de 50%;
- Compressão, transporte e armazenamento – rendimento de 90% (?);
- Célula a combustível e agregados – rendimento de 50%;
- Tração elétrica – rendimento de 80%
- Total – 5,9 % de rendimento.
10 anos depois constatamos uma evolução não só subiu o rendimento do hidrogenio como os custos operacionais associados á sua obtenção baixaram.

Em comparação, um carro elétrico teria a seguinte cadeia:

- Transformação de energia térmica (petróleo, carvão, nuclear, renovável) em energia elétrica – rendimento de 33%;
- Transmissão elétrica – rendimento de 93%;
- Bateria – rendimento de 85 %;
- Tração elétrica – rendimento de 80%
- Total – 21 % de rendimento.

Por estes números é possível ver que a cadeia energética de um carro elétrico é pelo menos três vezes e meia mais eficiente que a do carro com célula a combustível.


Hidrogenio
Geotermica





HIDROGÊNIO - UMA CONTA QUE NÃO FECHA


publicado por André Dantas em abril 11, 2009 11 comentários
Cena idílica de comercial. Um Honda FCX Clarity vem calmamente desfilando por uma avenida à beira-mar, e, após 240 milhas (386 km), entra em um posto para reabastecer. Mas, em vez de se abastecer com gasolina, álcool ou diesel, este carro é abastecido com o mais limpo hidrogênio.
Passados 10 anos o hidrogênio continua a ser a energia mais limpa e hoje ainda mais ainda quando este provem de centrais geotérmicas.

É a realização dos sonhos do carro limpo. Um carro que utiliza hidrogênio estocado com oxigênio do ar, recombinados numa moderna célula a combustível, gerando eletricidade para os motores elétricos de tração e deixando sair apenas água pelo escapamento. Enfim, um carro que emite zero de carbono para a liberdade de se locomover sem o peso na consciência ecológica. Simplesmente sublime.

Porém, o haveria algo por trás desta cena? Seria o hidrogênio um combustível tão perfeito? Seria a célula a combustível o milagre para continuarmos a usufruir das facilidades da vida moderna sem interferir com o meio ambiente?

Veremos que entre a imagem e a realidade há uma enorme diferença que a propaganda não explica.

Comecemos pelo hidrogênio.

Quando extraímos petróleo de um poço, não estamos extraindo apenas uma substância escura e pegajosa. Estamos extraindo muita energia impregnada naquele óleo bruto. Por isso o petróleo é uma matriz energética, uma fonte de energia. A mais importante nesta fase da História.

O hidrogênio molecular não existe em estoques concentrados e de alta pureza que possamos explorar diretamente. Ao contrário, ele precisa ser obtido através da eletrólise da água, ou como mais comumente o obtemos atualmente, pela reforma de gás natural (metano).

Mas para o obtermos, precisamos inserir energia no processo. Mais energia do que o hidrogênio será capaz de fornecer depois. A energia que está no hidrogênio combustível foi gerada por uma outra fonte qualquer, havendo perdas na conversão.
Desta forma, o hidrogênio não é uma fonte de energia, mas apenas um meio intermediário de armazená-la antes dela ser consumida.

O hidrogênio é uma substância de alto poder energético por unidade de massa. Ele oferece 120 megajoules de energia por quilograma de gás, contra 43,5 MJ/kg de uma gasolina premium, de 98 octanas RON.

No entanto, o hidrogênio é uma substância de baixíssima densidade. Sob a forma líquida, em temperatura próxima do zero absoluto, para uma mesma quantidade de energia fornecida , o hidrogênio necessita três vezes e meia o volume de gasolina. Na forma de gás à pressão de 700 bars, ele precisa de cinco vezes o volume de gasolina para oferecer a mesma quantidade de energia.

Um carro que tenha um tanque de 60 litros de gasolina precisaria de um tanque de 300 litros para estocar hidrogênio para a mesma quantidade de energia. Esta é a razão pela qual raramente se produz carros com motores de ciclo Otto que queimam hidrogênio. A BMW produz um modelo, o Hydrogen 7 bicombustível gasolina-hidrogênio, lançado no final de 2006, mas que vende bem pouco por ser pouco atraente (260 cv num motor V12 de 6 litros) e por não haver rede convincente de fornecimento de hidrogênio.

O Honda FCX tem em suas especificações a indicação de que seu tanque é abastecido com 4,1 kg a 5.000 lbf/pol² (345 bars), o que equivale em energia a 15 litros de gasolina premium. A conta já começa a não fechar.

As 240 milhas de autonomia do Honda FCX Clarity seriam percorridas por um carro normal com tanque de 60 litros de gasolina, indicando que o Honda FCX é 300% mais eficiente que um carro a gasolina.

Uma demonstração de que algo não está certo nestas contas está no exercício de tecnologia de um avião movido a hidrogênio, levado à cabo pela Airbus, chamado de Cryoplane.
Não só o projeto do avião foi estudado, mas todas as situações criadas em torno dele.


Este avião era movido por hidrogênio líquido, em temperatura próxima ao zero absoluto, da mesma forma que o foguete Saturn V que havia levado o homem à Lua.
O aspecto mais marcante do Cryoplane era uma “corcova” sobre quase toda a fuselagem para a instalação de tanques de hidrogênio combustível. O hidrogênio combustível, para a mesma quantidade de energia, tem 1/4 da densidade do querosene usado atualmente e exige tanques cilíndricos, não podendo ser aproveitado o espaço da estrutura das asas como o querosene. Esta “corcova“ cria novos problemas de projeto, já que afeta o centro de gravidade e aumenta o arrasto aerodinâmico da aeronave. Não teria de ser assim, caso o hidrogênio não fosse tão volumoso.

O tanque do FCX Clarity se demonstra pequeno em volume diante dos do Cryoplane, em comparação ao de um automóvel a gasolina, contra os tanques de um jato movido a querosene.

O hidrogênio oferece ainda toda uma série de dificuldades para seu armazenamento e manipulação. Ele é o gás que possui a molécula de menor tamanho e de maior velocidade em um meio gasoso. Reservatórios totalmente estanques para gases comuns vazam hidrogênio. O pequeno tamanho da molécula e sua alta velocidade fazem com que ele penetre fundo na estrutura cristalina do metal, vazando como se o reservatório fosse um pote de barro. Sistemas de vedação também são sacrificados. Portanto, todo sistema de armazenagem, reabastecimento e manipulação necessitam de materiais e desenhos especiais para conter este gás. Isto implica em custos que dificilmente diminuirão num futuro próximo.

É outra conta que não fecha.

O uso de materiais nobres nos carros elevarão seus preços, dificultando sua adoção como no ramo dos carros populares.

Agora iremos à pior de todas as contas. Segundo o Dr. Ray Ridley, presidente da Ridley Engineering Inc., o ciclo energético do hidrogênio para uso automotivo seria:

- Transformação de energia térmica (petróleo, carrão, nuclear, renovável) em energia elétrica – rendimento de 33%;
- Geração de hidrogênio através da eletricidade – rendimento de 50%;
- Compressão, transporte e armazenamento – rendimento de 90% (?);
- Célula a combustível e agregados – rendimento de 50%;
- Tração elétrica – rendimento de 80%
- Total – 5,9 % de rendimento.

Em comparação, um carro elétrico teria a seguinte cadeia:

- Transformação de energia térmica (petróleo, carvão, nuclear, renovável) em energia elétrica – rendimento de 33%;
- Transmissão elétrica – rendimento de 93%;
- Bateria – rendimento de 85 %;
- Tração elétrica – rendimento de 80%
- Total – 21 % de rendimento.

Por estes números é possível ver que a cadeia energética de um carro elétrico é pelo menos três vezes e meia mais eficiente que a do carro com célula a combustível.

Para aqueles que não param de fazer as contas em carbono, o carro com célula a combustível se revela mais emissor de CO2 do que um carro a gasolina convencional, apesar de não sair um miligrama deste gás pelo cano de descarga.

Definitivamente, as contas com os carros a hidrogênio não fecham.

Se essas contas não fecham, então por que tanta movimentação em torno do carro com célula a combustível?

A história do carro movido a célula a combustível iniciou com a Electrovan, um protótipo da GM de 1966. Havia a promessa de que esta tecnologia chegaria aos carros em não mais que 20 anos.
A Mercedes criou alguns protótipos da série Necar durante a década de 90 e início deste século. Em 2002 o Necar 5 percorreu mais de 3.000 milhas (4.800 km), cruzando os Estados Unidos como demonstrador da nova tecnologia, anunciada como viável “em muito pouco tempo”.
Em 2008, o Honda FCX Clarity é lançado como uma série limitada de 200 carros, a serem oferecidos em leasing (sem direito de opção de compra no final do contrato, situação muito similar ao do EV1) para consumidores escolhidos a dedo.

A atriz Jamie Lee Curtis foi a segunda pessoa a receber seu FCX Clarity.
Em eventos anteriores, o então presidente Bush e o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger inauguraram postos de reabastecimento de hidrogênio e até simularam reabastecer carros a hidrogênio, prometendo criar uma rede de postos para estes carros.

Inequívocos atos de publicidade sem fundamento real para concretizar o uso da tecnologia.

Cada vez que anunciam algum avanço na tecnologia da célula a combustível ou é lançado algum novo protótipo de carro movido a hidrogênio, os fabricantes anunciam que ela estará disponível para breve ou para mais alguns anos.

A rolagem contínua do tempo previsto para que esta tecnologia esteja disponível nos lembra a figura do burro sendo enganado por uma varinha e uma cenoura.

Talvez o carro a hidrogênio seja apenas um disfarce, demonstrando que a indústria automobilística não está parada na busca de uma solução definitiva para um carro que não queime combustíveis como os atuais, um teatro ensaiado para chamar nossa atenção enquanto uma altternativa realmente viável não esteja ao alcance.

A tecnologia da célula a combustível certamente é importante em aplicações estáticas, como fonte de energia de emergência para prédios e hospitais, em naves e satélites espaciais, porém seus números não se mostram adequados para aplicações de mobilidade terrestre.

Acho que até dá para dizer que, para os automóveis, o hidrogênio é o combustível do amanhã, lembrando que o amanhã é um dia que nunca chega.



***

Ela é assim umas vezes dá-nos guerra.
Outras danos música.
Os recém chegados de Moscow.
Como os que no passado vieram pelo Vouga, vem ajudar-nos para que possamos, ouvir novamente o som dos violimos e nos tornarmo-nos felizes.
A primazia do regresso dos balões a hidrogênio foi deles.
A primazia dos aviões a hidrogênio de combustão interna foi nossa.
A sua performance era como o som dum violino capaz de encher a casa duma melodia maravilhosa.
Mas as cidades em desespero esmagadas pela propaganda capitalista do petróleo barato abafaram esse som maravilho.
Muito criativos contornando as dificuldades, conseguiram com o seu invento sobreviver aos altos e baixos.
Um som diferente se espalhando no ar, um combustível que é a destilação completa da matéria. Hidrogênio puro mais frio que os gelos do Ártico.
O som do motor uma prefeita sintonia, a sintonia universal dum som de violino feito á medida do folk tradicional tártaro, conjugado com o som das estepes kasakes.
Os poucos milhões para tornar viável a produção em desse avião a hidrogénio, não foi problema.
Veja os seus adversários caindo, atolados no que eles próprios criaram. A disponibilidade da matéria prima na natureza tem de ser bem quantificada, numa guerra.
O som dum violino nunca será o mesmo se as cordas forem de plástico em vez de aço.

O investimento no hidrogenio tem vantagens além de não ser poluente, pode ser produzido em quase todo o lado.

Não há bela estação do ano, sem dificuldades, mas algo mudou. Podemos produzir hidrogenio a partir das centrais geotérmicas, usando a eletrólise da agua e sal, cloreto de sódio, agua salgada é fácil de obter.
Viver em fortalezas capitalistas fugidos á escassez de matéria prima, fazendo dos restantes escravos é uma loucura. Mais tarde ou mais cedo a guerra rebenta.
- Vamos dar ao povo o transporte que necessitam.
- Vamos dar ao povo o produto final agua.
- Vamos dar ao povo o som dos nossos violinos, o som do motor de combustão interna de hidrogênio.
- Vamos devolver ao povo um maternidade segura onde as crisnças possam ouvir o som dos violinos, conjugado com o som do metal pesado dos motores, não de carros mas de aviões a hidrogênio que ao voarem, apenas deixaram atrás de si um rasto de vapor de água.
- Vamos devolver ao povo o som da agua a cair, numa melodia de violino que se espalha no ar á velocidade dum avião a jato a hidrogênio.


Segundo a pesquisa o desenvolvimento de tecnologias que permitam tornar esta solução técnica e comercialmente competitiva, requer uma infraestrutura para que os automóveis a hidrogénio possam ser uma realidade, sobretudo ao nível das estações de abastecimento.

Além desta medida, terá ainda um programa para automóveis novos de combustão interna de hidrogenio, como forma de incentivo para a viabilização da produção em massa de automóveis movidos a hidrogénio que estará em marcha até 2026. Recorde-se que, actualmente, são essencialmente duas as formas de o hidrogénio poder ser o combustível utilizado para propulsionar um automóvel, sendo a mais habitual através das chamadas fuel cells, as células de combustível que, num processo inverso ao da electrólise, conseguem a partir do hidrogénio gerar electricidade para animar um motor eléctrico, do processo resultando apenas água.

Como alternativa, existem soluções que alimentam directamente com hidrogénio um convencional motor de combustão de ciclo Otto preparado para o efeito. Como exemplo desta última solução, veja-se o BMW Hydrogen 7, o primeiro automóvel do mundo cujo motor pode consumir, indiferenciadamente, gasolina ou hidrogénio, no segundo caso praticamente sem consequências para o ambiente.


Alemanha. 250 milhões de euros para veículos a hidrogénio

17/12/2016, 11:52910

A fazer fé na informação avançada pelo Die Welt, o Governo alemão pretende investir 250 milhões de euros para tornar viável a produção em massa de automóveis movidos a hidrogénio.

O hidrogénio como combustível para as "fuel cells", para além de não ser poluente, pode ser produzido em todos os países, por exemplo a partir de bioetanol, que por sua vez é gerado pelo processamento de restos agrícolas

Autor: António Sousa Pereira

O Governo da Alemanha, através do Ministério dos Transportes, estará preparado para investir 250 milhões de euros até 2019, como forma de incentivo para a viabilização da produção em massa de automóveis movidos a hidrogénio.

Segundo informação avançada pelo Die Welt, parte desta verba será destinada à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que permitam tornar esta solução técnica e comercialmente competitiva, destinando-se o restante ao desenvolvimento da infraestrutura imprescindível para que os automóveis a hidrogénio possam ser uma realidade, sobretudo ao nível das estações de abastecimento.

Além desta medida, o Executivo teutónico terá ainda acordado apoiar um programa para automóveis a fuel cellque estará em marcha até 2026. Recorde-se que, actualmente, são essencialmente duas as formas de o hidrogénio poder ser o combustível utilizado para propulsionar um automóvel, sendo a mais habitual através das chamadas fuel cells, as células de combustível que, num processo inverso ao da electrólise, conseguem a partir do hidrogénio gerar electricidade para animar um motor eléctrico, do processo resultando apenas água.

Como alternativa, existem soluções que alimentam directamente com hidrogénio um convencional motor de combustão de ciclo Otto preparado para o efeito. Como exemplo desta última solução, veja-se o BMW Hydrogen 7, o primeiro automóvel do mundo cujo motor pode consumir, indiferenciadamente, gasolina ou hidrogénio, no segundo caso praticamente sem consequências para o ambiente.




[Regresso a Asgard] 
Um profundo segredo um mistério.
Conhecimento misterioso ás pessoas comum
Uma essência secreta um remedio: um elixir.


26 DEZEMBRO 2016


👪 Memorias do Narrador

Mulher Brasileira






Carta de amor
Se eu pudesse te adorava vida inteira Cristiane B. B.
Onça, gatinho Te amo. Gato da Cristiane Onça, Duque gato Te amo
Onça vai te comer todo meu gato. Quero que você saiba que estou muito feliz com você amor.
Homem que nem você ñ tem Duque.
O verdadeiro homem ñ é aquele que conquista varias mulheres, mas sim aquele que conquista uma só mulher varias vezes. Foi o que você fez domingo todo o dia, você me conquistou como se fosse a primeira vez.
(muita saúde para você amor)
Quero te dar uma criança muito linda, como você é amor.
Te amo te amo
Te amo te amo
Te amo te amo
Eu tenho ou ñ tenho catigoria.


Companhia aérea planeja reduzir emissões de carbono abastecendo aviões com hidrogênio

Hidrogenio

O hidrogênio seria uma fonte de energia limpa que oferece um grande potencial para alimentar os meios de transporte no futuro.
Porém, ainda existem alguns obstáculos significativos a serem superados, como o alto custo, 
*(o custo pode começar a ser baixado com a obtenção de hidrogenio a partir de fontes geotermicas) o tamanho 
*(o tamanho aqui refer-se ás celulas de combustível a instalar nos aviões. Mas subentende-se que seja o tamanho das centrais de eletrolize. Esta dificuldade pode ser ultrapassada se o hidrogênio for transportado em camiões devidamente adaptados das centrais para os aeroportos, reduzindo assim o elevado custo do aluger de espaço nos aeroportos) e a oferta 
*(aqui a oferta, ficamos sem saber se devera referir-se ao fornecedor de hidrogênio ou ao fornecedor de tecnologia, um e outro problema ultrapassa-se da seguinte forma: Atualmente a tecnologia já permite construir centrais geotérmicas de baixa temperatura 100° a 200°, em zonas onde não existe vulcanismo, perto dos aeroportos, como exemplo a central geotérmica da Lagoa Azul e o aeroporto de Keflavík que distam 20kms um do outro. Conseguimos assim reduzir ainda mais os custos operacionais) .
 Agora, a companhia aérea EasyJet, do Reino Unido, acredita ter encontrado uma maneira de incorporar as células de combustível de hidrogênio em seus aviões de uma forma segura e rentável. 
*(aqui podemos mudar um pouco e em vez de, incorporar celulas de combustível de hidrogênio, incorporamos o recentemente adaptado motor turbo jet para funcionar com hidrogênio, conseguido pelos construtores chineses. Os custos de implementação, podem requerer novos aviões, logico, mas como a atual frota vai ter que ser substituída, porque não começar já esta aventura).



 Quando imaginam o veiculo do futuro,
 os pacifistas e naturalistas imagina-no 
belo, muito util e funcional ...

... mas quem tem de se defender, imagina-o

 como uma maquina de guerra.


Energia  A longa emergência ou fim do Petróleo

12SET 2001

*O FIM DO PETRÓLEO de James Howard Kunstler




…………….

A longa emergência(*)

… é o periodo que vai desde o pico do petróleo até o seu fim ou até que outra energia o substitua e nos dê o mesmo grau ciovilizacional que este.


160 dolares

Chegara num futuro proximo…


Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …

(IPHE) International Partneship for the Hydrogen Economy

Aterramos onde você quiser, somos divulgadores da (IPHE) International Partnership for the Hydrogen Economy, Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio. Soluções ambientais existem na área do hidrogênio que aleados á produção de Energia a partir da geotérmica fazem a diferença. Venha descobrir algumas de forma divertida ...

midnigtduke

A energia tem de ser o mais facil de encontrar, obter.



Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida.

Estes textos são parte do meu bolg.
Estas são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica.
O trabalho apresentado neste paginas é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas, baseado em letras de música.
Alguns dados podem estar incorrectos ou precisarem de confirmação científica.
Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho.
Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções, pois foi usado o tradutor do Google.
As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados.
A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido.
Obrigado ... 
Mid Night Duke ...

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(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio
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