01 junho, 2017

Iceland Geotermica

Artico, Islandia e Gronelandia

Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …

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Islândia aposta em energia 100% renovável


Energia

Geiser na Islândia
Geiser na Islândia
Posto de abastecimento de hidrogénio em Reikjavik
Posto de abastecimento de hidrogénio em Reikjavik
Central geotérmica de Nesjavellir, na Islândia
Central geotérmica de Nesjavellir, na Islândia
A Islândia é um dos países do mundo com mais recursos geotérmicos e com uma melhor aplicação das energias renováveis. Retira 99% da sua electricidade e 78% da sua energia primária a partir da soma dos seus recursos hídricos e geotérmicos, e pretende tornar-se na primeira sociedade energeticamente autónoma.

Energia hídrica e geotérmica
Cerca de 81% da electricidade da Islândia é gerado através de energia hidroeléctrica e o restante a partir da geotermia. A energia geotérmica é também usada para aquecer 89% dos edifícios do país, sendo os restantes aquecidos com recurso à electricidade.
A Islândia encontra-se em 53º na lista de países com mais emissões de CO2 per capita, emitindo 62% menos que os Estados Unidos apesar de usar mais energia primária.
Esta situação é muito diferente da que existia há algumas décadas atrás, quando este pequeno país importava uma grande quantidade de carvão e de petróleo, fragilizando a sua balança comercial.
O governo islandês acredita que é possível retirar mais 30 TWh/ano de energia eléctrica a partir do potencial hídrico ainda não aproveitado no país, e outros 20 TWh/ano a partir do potencial geotérmico. Esta grande quantidade de energia deverá permitir um excesso de electricidade capaz de alimentar a produção industrial de hidrogénio.

Economia do hidrogénio
A Islândia encontra-se na linha da frente da investigação relativa às energias renováveis e planeia tornar-se na primeira economia de hidrogénio a nível mundial. Se conseguir fazer esta reconversão e colocar a totalidade dos seus veículos a funcionar a hidrogénio, poderá ser o primeiro país 100% independente a nível energético. Contudo, o desenvolvimento de um processo de produção de hidrogénio que seja simultaneamente económico e neutro em emissões é um dos grandes desafios que as indústrias do hidrogénio e das células de combustível enfrentam.
Um dos pioneiros deste conceito da “sociedade do hidrogénio” é o Prof. Bragi Arnason, da Universidade da Islândia, que propôs a ideia pela primeira vez nos anos 70. O plano, hoje generalizado, consistia em aplicar os recursos naturais da Islândia para gerar energia eléctrica barata e utilizável na electrólise da água. Isto permitiria a criação de hidrogénio a uma escala industrial para ser usado em veículos com células de combustível.
O conceito, considerado estranho na altura, é hoje política oficial de Estado. Em 1998, o Parlamento da Islândia tomou a decisão de converter as frotas terrestre e pesqueira do país para sistemas de hidrogénio produzidos a partir de energias renováveis. Seguiu-se a fundação da Icelandic New Energy, uma empresa encarregue de implantar uma sociedade baseada no hidrogénio até 2050.
Um dos primeiros projectos para concretizar este objectivo foi o ECTOS (ou Ecological City Tranport System), que decorreu de 2001 a 2005. Este consistia em três autocarros de passageiros e num posto de abastecimento de hidrogénio instalado na capital da Islândia, Reykjavik. Foi financiado por várias multinacionais, como a Daimler Chrysler ou a Shell. O posto foi inaugurado em 2003.

Aproveitar os recursos naturais para superar a crise
O presidente da Islândia defendeu o estabelecimento de parcerias com países interessados no desenvolvimento de aproveitamentos geotérmicos de forma a rentabilizar o seu conhecimento na área. Esta proposta surge no rescaldo da crise mundial de crédito que deixou o país seriamente endividado.
Face aos graves problemas económicos que enfrenta, a Islândia encara a sua capacidade geotérmica como uma forma de melhorar a sua economia.
Ólafur Ragnar Grímsson afirmou que a Islândia tem muito know-how a oferecer, e que como líder nesta área tem capacidade para ajudar outros países. O uso que a Islândia faz da geotermia vai para além da energia térmica e eléctrica. Ela é também aplicada no turismo, na saúde, no bem-estar, na educação e mesmo no apoio à indústria pesada. Esta abordagem global e com muitos processos de valor acrescentado é bastante diferente da utilizada por outros países.
Os representantes da indústria eléctrica estão em sintonia com o presidente Grímsson. O administrador da Hitaveita Sudurnesja, empresa que detém e opera duas grandes centrais geotérmicas no país, afirma que o espírito de cooperação faz parte da cultura islandesa. De acordo com Albert Albertsson, se os líderes mundiais estão a pensar seriamente em combater as alterações climáticas (um problema que afecta de forma visível a paisagem do país), então é importante que os islandeses exportem a sua experiência acumulada ao longo de mais de 70 anos. A empresa está por isso aberta para disponibilizar à sociedade internacional a sua pesquisa e desenvolvimento.

adjetivo ártico tem origem no termo grego ἀρκτικός (árktikós), "perto do urso, áctico" e este da palavra ἄρκτος (arktos), significando urso. O nome refere-se ou à constelação da Ursa Maior, a "Grande Ursa", que é proeminente na porção setentrional da esfera celeste, ou à constelação da Ursa Menor, a "Pequena Ursa", que contém Polaris, aestrela polar.
O nome do polo oposto, a Antártica, deriva do grego ανταρκτικός [antarktikós], significando o "oposto ao Ártico".

Localização do Ártico.

Duas definições do Ártico:
Linha vermelha - Região a norte daisotérmica dos 10 graus como temperatura média em julho
Linha azul - Região a norte do Círculo Polar Ártico
Ártico (AO 1945Árctico), ou Região Ártica (AO 1945: Região Árctica), é geralmente definido como aquele onde a temperatura médiado mês mais quente é inferior a 10  na região setentrional do planeta Terra. A linha isotérmica delimitando esta região coincide praticamente com a linha das árvores ártica.
A outra definição aponta o Ártico como sendo aquela zona circunscrita pelo Círculo Polar Árctico,e contendo o Oceano Árctico e o Pólo Norte.
Durante o inverno a área toda é coberta pelo gelo e a temperatura atinge geralmente -60 ℃. Durante o verão a tundra é a vegetaçãoprincipal, mas nas áreas mais aquecidas pode se encontrar salgueirosbétulas. A vida animal é pobre no tocante ao número de espécies, existindo, por exemplo, ursos-polaresfocas árcticas, raposas-do-Ártico e bois-almiscarados.
Os países da zona têm disputado os recursos da região.

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A energia tem de ser o mais facil de encontrar, obter.


Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida.

(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio


Meu nome é Duke. Isto é o meu bolg.
Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica.
O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas.
Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho.
Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google.
As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido.
Obrigado ... 
Mid Night Duke ...

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