Desenhos Portugal (duke nukem .. )



International Partnership
for the Hydrogen Economy











 O meu nome é Duke.

 Este é o meu mundo.

"- Vamos lá, embarque, vamos dar um passeio.
Vem conhecer os viajantes que vieram para a cidade."






















Desenhos Portugal

18 novembro 2014
midnightduke






Toyota a Célula de Combustível chama-se Mirai

O futuro chegou e chama-se “Mirai”, anunciou Akio Toyota, presidente da Toyota Motor Corporation no dia do lançamento do Toyota a célula de combustível

“Mirai” é o nome do Toyota movido a cél... Ver mais

Kangoo ZE-H2 Apresentado em Lisboa no Complexo da Carris pela AP2H2 e a SymbioFCell em parceria com a Renault Portuguesa e a Air Products/GASIN.
Este novo modelo com um raio de acção duplo da versão a baterias é silencioso e não emite CO2.... Ver mais
 — em Complexo da Carris. (5 fotos)
AP2H2: Apresentação Kangoo ZE-H2 a 6 e 7 de Novembro no Compelxo da Carris. Inscrição Obrigatória

A AP2H2 e a Symbio Fuel Cell, em parceria com a Renault Portuguesa e com o apoio da Air Products/GASIN realizam nos próximos dias 6 e 7 de Novembro a apresentação ao mercado Português do HyKangoo ZE-H2, a apresentação terá lugar no Complexo de Stº Amaro da Carris, Rua 1º de Maio, 103 – Lisboa.

Est...
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1º BUSINESS LUNCH AP2H2/2014
7 de Novembro, 12h30, Salão Nobre da Carris, Lisboa

"Que desafios nos próximos passos para a adopção do hidrogénio?"

A Oradora convidada Rosário Macário, Doutorada em Sistemas de Transportes, é Professora Associada de Transportes e Vias de Comunicação do Instituto Superior Técnico (IST), professora convidada da Faculdade de Economia Aplicada da Universidade de Antuér...
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Estados Membros têm de desenvolver mercado de combustíveis alternativos até 2016

O Conselho da União Europeia aprovou a 29 de setembro a diretiva sobre a implantação de infraestruturas de combustíveis alternativos (COM 2013/18).

O novo pacote legislativo obriga os Estados-Membros a implementarem políticas nacionais para o desenvolvimento do mercado de combustíveis alternativos, bem como as suas...
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AP2H2 vai novamente a votos a 29 de Outubro

O futuro da AP2H2 esteve em cima da mesa, na Assembleia Geral da associação que decorreu no dia 22 de Setembro, nas instalações do Instituto Superior Técnico, em Lisboa.

12 junho 2014
PIEH






midnightduke8

19 de março de 2014


A empresa participou num programa para testar autocarros movidos a hidrogénio em várias cidades europeias, tendo recebido três veículos movidos a esta energia e outros três autocarros a diesel, em tudo semelhantes aos movidos a hidrogénio, para comparações. Dos autocarros movidos a H2, dois foram devolvidos e um está noMuseu do Carro Eléctrico. Os outros três a diesel mantêm-se em serviço regular. O porquê da devolução foi decisão política ..

Acontece em Portugal: ter carros e não ter hidrogénio

O investimento ultrapassou os mil milhões de euros, mas o protótipo do carro movido a hidrogénio não vai cumprir o objectivo de entrar no mercado em 2010. Porquê? Porque não há onde o abastecer, revela o diário iol.pt. «Não serve de nada um construtor automóvel ter a tecnologia pronta, como a nossa está, e passá-la ao mercado para ser comercializada quando o utilizador dos automóveis a hidrogénio não terá qualquer possibilidade de o abastecer de combustível», explicou o director de comunicação da General Motors (GM) em Portugal, Miguel Tomé, à Rádio Renascença. «Não há, nem pensar, em parte alguma do mundo uma rede completa [de abastecimento de automóveis a hidrogénio]. Em Portugal, por exemplo, não existe um único posto», exemplificou Miguel Tomé.
No entanto, este recuo não significa uma «alteração dos planos», mantendo o hidrogénio como «visão de futuro para a mobilidade individual», um projecto «a médio e longo prazo». Por isso, a GM vai continuar a investir nesta tecnologia, ao mesmo tempo que aguarda que as empresas de energia façam os seus investimentos. Um passo que seria facilitado «se o preço dos combustíveis convencionais (gasolina e gasóleo) fosse o dobro ou o triplo do actual».



Há na Noruega uma estrada com postos de abastecimento de hidrogénio e na Califórnia existe uma frota de automóveis da Honda a hidrogénio.



Travessia aérea do Atlântico Sul

primeira travessia aérea do Atlântico Sul foi concluída com sucesso pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho eSacadura Cabral, em 1922, no contexto das comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil.

A épica viagem iniciou-se em Lisboa, às 7:00h (hora GMT) de 30 de março de 19221 , empregando um hidroaviãomonomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce e batizadoLusitânia. Sacadura Cabral exercia as funções de piloto e Gago Coutinho as de navegador. Este último havia criado, e empregaria durante a viagem, um horizonte artificial adaptado a um sextante, a fim de medir a altura dos astros, invenção que revolucionou a navegação aérea à época1 .
A primeira etapa da viagem foi concluída, no mesmo dia, sem incidentes em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, embora tenha sido notado, por ambos, um excessivo consumo de combustível.
No dia 5 de abril, partiram rumo à Ilha de São Vicente, no Arquipélago de Cabo Verde, cobrindo 850 milhas. Lá se demoraram até 17 de abril para reparos no hidroavião - que fazia água nos flutuadores -, tendo partido das águas do porto da Praia, na Ilha de Santiago, rumo ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo, em águas brasileiras, onde amararam, sem o auxílio do vento, no dia 181 . O mar revolto naquele ponto, entretanto, causou danos ao Lusitânia, que perdeu um dos flutuadores. Os aeronautas foram recolhidos por um Cruzador da Marinha Portuguesa, que os conduziu a Fernando de Noronha. Apesar de exaustos pelo voo de 1.700 quilômetros e pelo pouso acidentado, comemoraram o achamento, com precisão, daqueles rochedos em pleno Atlântico Sul, apenas com o recurso do método de navegação astronômica criado por Gago Coutinho2 .
Com a opinião pública portuguesa e brasileira envolvida no feito, o Governo Português enviou outro hidroavião Fairey, batizado como Pátria, a partir de Fernando de Noronha, pelo navio brasileiro Bagé, que chegou no dia 6 de maio. Tendo o hidroavião sido desembarcado, montado e revisado, a 11 de maio decolaram de Noronha. Entretanto, nova fatalidade acometeu os aeronautas, quando, tendo retornado e sobrevoando o arquipélago de São Pedro e São Paulo para reiniciar o trecho interrompido, uma pane no motor obrigou-os a amarar de emergência, tendo permanecido nove horas como náufragos, até serem resgatados por um cargueiro inglês - o Paris City, em trânsito na região2 .
Reconduzidos a Fernando de Noronha, aguardaram até 5 de junho, quando lhes foi enviado um novo Fairey F III-D (o n.° 17), batizado pela esposa do então Presidente do Brasil, Epitácio Pessoa (1919-1922), como Santa Cruz. Transportado de Portugal pelo navio Carvalho Araújo foi posto na água do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, tendo levantado voo rumo a Recife, fazendo escalas em SalvadorPorto SeguroVitória e dali para o Rio de Janeiro, então Capital Federal, onde, a 17 de junho de 1922 amarou em frente à Ilha das Enxadas, nas águas da baía de Guanabara.


Aclamados entusiasticamente como heróis em todas as cidades brasileiras onde amerisaram, os aeronautas haviam concluído com êxito não apenas a primeira travessia do Atlântico Sul, mas pela primeira vez na História da Aviação, tinha-se viajado sobre o Oceano Atlântico apenas com o auxílio da navegação astronômica a partir do aeroplano.
Embora a viagem tenha consumido setenta e nove dias, o tempo de voo foi de apenas sessenta e duas horas e vinte e seis minutos, tendo percorrido um total de 8.383 quilômetros. A viagem serviu de inspiração para os raides posteriores deSarmento de BeiresJoão Ribeiro de Barros e de Charles Lindbergh, todas em 1927.

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